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Política

Juiz adia audiências da Coffee Break por risco de propagar coronavírus

O juiz David de Oliveira Gomes Filho determinou nesta 2ª feira o recolhimento dos mandados para as audiências

Por Aline dos Santos | 16/03/2020 10:30
Ex-governador André Puccinelli seria ouvido hoje sobre suspeita de complô para cassar Bernal. (Foto: Marina Pacheco/Arquivo)
Ex-governador André Puccinelli seria ouvido hoje sobre suspeita de complô para cassar Bernal. (Foto: Marina Pacheco/Arquivo)

O juiz da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande, David de Oliveira Gomes Filho, suspendeu as audiências da operação Coffee Break, marcada para começar nesta segunda-feira (dia 16), por conta do novo coronavírus.

“Diante do alto potencial de propagação do coronavírus (Covid-19), que chegou a ser classificado como pandemia pela OMS [Organização Mundial da Saúde], e, considerando que a sala de audiências da 2ª Vara de Direitos Coletivos é pequena e sem ventilação, ficam adiadas as audiências designadas neste processo para data que será definida futuramente”, determinou o magistrado na manha de hoje.

O juiz determinou o recolhimento dos mandados. A versão cível da operação Coffee Break, em que os denunciados respondem por improbidade administrativa, entraria hoje na fase de audiências, com depoimentos do ex-governador André Puccinelli (MDB), Carlos Naegele (empresário), Mário César de Oliveira Fonseca (ex-vereador) e Flávio César Mendes de Oliveira (ex-vereador e atual secretário estadual adjunto de Governo).

Realizada em 25 de agosto de 2015 pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), a Coffee Break apontou complô entre políticos e empresários para a cassação do então prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP)

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