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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

07/01/2013 14:07

Nelsinho diz que investimento na saúde cresceu 175% em sua gestão

Gabriel Neris
Ex-prefeito de Campo Grande rebate afirmações do secretário da Sesau (Foto: Arquivo/Rodrigo Pazinato)Ex-prefeito de Campo Grande rebate afirmações do secretário da Sesau (Foto: Arquivo/Rodrigo Pazinato)

O ex-prefeito de Campo Grande, Nelson Trad Filho (PMDB), afirmou que a saúde avançou em quantidade de prestação de serviços e qualidade de atendimento à população em sua administração. A declaração foi em resposta ao secretário da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), Ivando Fonseca, que tem criticado a estrutura da saúde no município.

De acordo com a nota divulgada pela assessoria de imprensa do ex-prefeito, o investimento na área cresceu 175%, comparando o ano de 2004, antes de Nelsinho assumir, com o penúltimo ano da sua administração. O valor passou de R$ 79,6 milhões de recursos próprios, em 2004, para R$ 219 milhões, em 2011.

Segundo a nota, foram aplicados 26,47% das receitas em saúde, 76,46% mais que o mínimo constitucional, que é de 15% e foram contratados 2.853 profissionais da área, sendo 412 médicos.

Nelsinho diz que em 2004, quando assumiu a gestão, o quadro de médicos era formado por 678 profissionais, e terminou o mandato com 1.090 contratados, além de 51 dentistas, 125 enfermeiros, 792 agentes de saúde, 191 auxiliares e técnicos de enfermagem, 99 auxiliares e técnicos em saúde bucal, 20 psicólogos e centenas de outros profissionais.

Nelsinho lembra que quatro UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) foram construídas nos bairros Coronel Antonino, Vila Almeida, Universitário e Moreninhas. Segundo o ex-prefeito, o nível de cobertura das UBSFs (Unidades Básicas de Saúde da Família) praticamente dobrou.

Conforme os dados divulgados, em 2005, 18,20% da população recebia assistência por 47 equipes de saúde da família em 22 unidades. Com a entrega de cinco novas unidades, no ano passado, Campo Grande passou a contar com 34 UBSF, que contam com 71 equipes do Programa Saúde da Família.

O ex-chefe do Executivo diz ainda que para “evitar superlotação das UPAs, basta dar sequência à construção das 12 novas UBSF iniciadas na sua gestão”. Segundo ele, são atendidas 75 mil novas consultas médicas por mês e mais de dois milhões de atendimentos médicos e odontológicos por ano.



Olha saúde em todo o Brasil já é um caos, aqui vem desde o inicio dos anos 90 com o crescimento rápido da população campograndense passou com o Zeca, depois piorou com o André Puccineli e deu uma melhorada com Nelsinho mas em termos apenas de estrutura, mas falta profissionais nas UBSF principalmente médicos que é o suporte da rede pública, um conselho para todos é que quando se falta um profissional em todas as areás o que se faz??? abre cursos de formação então o que que custa a secretaria de saúde e secretaria municipal de educação abrirem cursos na areá médica e de saúde publica investe nisso, o retorno é obvio demora alguns anos mas se não começar não adianta, com certeza tem recursos para isso é só planejar.
 
Roger Fausto em 08/01/2013 08:30:03
O ex-prefeito deveria era explicar como pode os investimentos terem "aumentados" e a saúde piorar. Oras, em vez de falar besteira deveria ficar quietinho, pois suas desculpas não colam, o resultado das eleições mostra isso.
 
Mário Rosa da Silva em 08/01/2013 08:18:37
A educação e a saúde no Brasil só vão melhorar mesmo quando a população por Abaixo Assinado condicionar os politicos no exercicio do cargo público a matricularem seus filhos em escolas públicas e obrigarem estes politicos a usarem o serviço público de saúde, sob pena de perderem seus mandatos.
Falar que se gasta milhões em saude é facil. Vai num posto de saude enfermo...
 
MARCO COSTA em 08/01/2013 08:16:31
ESSE SECRETARIADO DO BERNAL SÓ SABE CRITICAR, ESSE EVANDO NÃO TEM NOSSAO DE COMO ADMINISTRAR A SAUDE DE CAMPO GRANDE.
 
fatima diniz em 07/01/2013 22:13:18
Gastar em quantidade não garante qualidade, se gastassem melhor e embolsassem menos, mas ai já quero demais, quanta gula, é até pecado.
 
Adriano Vargas em 07/01/2013 21:56:53
SABE MEU CARO JOSE CARLOS VOCE PENSO EU QUE NÃO É DA SAUDE POIS SE FOSSE ESTARIA CIENTE DA QUANTIDADE DE PESSOAS DOENTES PRA UMA CIDADE COMO CAMPO GRANDE, SÓ COM TRES HOSPITAIS DE UM PORTE MEDIO , PIOR AINDA QUE TEM GENTE QUE VAI AO POSTO DE SAÚDE PRA PEGAR ATESTADO MÉDICO PRA NÃO TRABALHAR, POIS ESTÁ COM RESSACA DAS BEBEDEIRAS DO DIA ANTERIOR., ASSIM NÃO DA AMIGO
 
ely monteiro em 07/01/2013 21:02:10
O problema muitas vezes sao os funcionarios e os médicos que trabalham nos postos de saúde. funcionario que te atende mal, parece que ta la obrigado. e o medico que nem olha na sua cara e vai logo passando qualquer remedio para dor. tira esses funcionario principalmente os concursado pois acham que com eles nada vai acontecer, e coloque gente que queira trabalhar e que seje mais educados. muitos falam sou concursado o maximo que vai acontecer eu mudar de setor. o dia que começarem amandar esses concursados que nao trabalham so ta de licensa medica embora, o atendimento vai mudar.
 
marcio da silva em 07/01/2013 18:30:41
investir em predios nao resolve o problema da sociedade da mais carentes
 
beatriz dias em 07/01/2013 18:18:26
Por que será que tem tanta gente doente e morrendo, e a santa casa continua um caos então?
 
jose carlos em 07/01/2013 16:34:58
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