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Política

Novas fontes preparam MS para a crise hídrica, ressalta governador

Reinaldo participou da reinauguração da usina William Arjona, em Campo Grande, nessa quarta-feira

Por Nyelder Rodrigues e Gabriela Couto | 28/07/2021 16:20
Reinaldo (de máscara preta) ao lado do ministro de Minas e Energia, na inauguração da usina William Arjona (Foto: Marcos Maluf)
Reinaldo (de máscara preta) ao lado do ministro de Minas e Energia, na inauguração da usina William Arjona (Foto: Marcos Maluf)

Durante entrevista coletiva nessa quarta-feira (28) antes de reinaugurar a usina termelétrica William Arjona, em Campo Grande, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) comentou a crise hídrica que se avizinha no Brasil e como Mato Grosso do Sul se prepara para encará-la sem contratempos em todo o Estado.

"Atualmente o Brasil já não é tão dependente como era no passado da geração de hidrelétricas. Diversificamos a matriz e aqui é um exemplo, com a reinauguração da usina termelétrica, implantação de geradores solares no Pantanal", frisa Reinaldo.

Hoje, a região pantaneira foi contemplada com o anúncio da implantação de 2.090 bases solares que vão fornecer energia elétrica para 2.090 áreas. Executado pela Energisa, concessionária responsável pelo fornecimento de energia elétrica no Estado, o projeto soma investimentos na casa dos R$ 134 milhões.

"Mesmo com toda essa escassez, não estamos tão dependentes", completa o governador, que aproveitou a entrevista para ressaltar a importância de outras ações nesse período de seca. "Fizemos decretos para regular isso, que vem desde o ano passado".

Reinaldo ainda completa com outras ações. "Conseguimos diminuir bastante os incêndios florestais com a antecipação de medidas que foram extratamente positivas, por que evitamos e proibimos queimar controladas, por exemplo". A paralisação na concessão de outorgas também foi uma das medidas citadas pelo governador.

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