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Campo Grande, Sábado, 19 de Agosto de 2017

24/11/2015 19:10

Novo presidente da Câmara deve ser eleito dia 1º e João Rocha tenta consenso

Flávio Paes
João Rocha vem articulando candidatura desde o afastamento de Mario Cesar no final de agosto (Foto:Arquivo)João Rocha vem articulando candidatura desde o afastamento de Mario Cesar no final de agosto (Foto:Arquivo)

Com a renúncia do vereador Mário Cesar, que deve formalizada em documento a ser lido na próxima sessão ordinária programada para quinta-feira (amanhã está prevista uma audiência pública), o novo presidente da Câmara Municipal de Campo Grande deve ser eleito na próxima terça-feira,dia 1º de dezembro.O vereador João Rocha (PSDB), vem articulando sua candidatura desde o afastamento do presidente no final de agosto, por decisão da Justiça e tenta ser o candidato de consenso, embora haja outra corrente favorável ao nome do vice-presidente, atual presidente em exercício, Flávio Cesar.

“Este (a eleição de João Rocha) o caminho mais viável , mas vamos avaliar o quadro e ver qual a solução que ajude o fortalecimento da Casa, o nome do Flávio tem que ser considerado”, admite o vereador Airton Saraiva, veterano de vários mandatos. Ele se recupera em casa de uma cirurgia, mas amanhã pretende voltar a participar das conversações. A tendência é buscar o consenso é evitar a disputa que poderia criar um ambiente para o prefeito Alcides Bernal tentar interferir no processo de escolha.

Em favor de João Rocha, que integrou a base de Bernal na primeira gestão do prefeito e por algum tempo foi líder do prefeito afastado Gilmar Olarte, o fato de ser do partido do governador Reinaldo Azambuja (PSDB), poderia atrair o apoio dos vereadores de partido da base de apoio da administração estadual, como PPS (de Luiza Ribeiro); Solidariedade (Herculano Borges).

Além de eleger o novo presidente, os vereadores esperam a publicação do acórdão da decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que cassou três vereadores para eleger o novo 2º vice-presidente (que substituirá Thais Helena); o 1º-secretário (no lugar de Delei Pinheiro) e o 3º vice-presidente, cargo que Paulo Pedra ocupava até ser nomeado secretário de Governo.

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