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Campo Grande, Segunda-feira, 21 de Agosto de 2017

14/04/2015 09:29

OAB-MS e parceiros já coletaram 12 mil assinaturas em três meses

Leonardo Rocha
Julio César, presidente da OAB-MS, ressaltou que a meta é de 35 mil assinaturas em MS até junho (Foto: Arquivo)Julio César, presidente da OAB-MS, ressaltou que a meta é de 35 mil assinaturas em MS até junho (Foto: Arquivo)

A OAB-MS (Ordem dos Advogados do Brasil) e a entidades parceiras, como a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), já coletaram 12 mil assinaturas no Estado para ação de iniciativa popular, que pretende apresentar um projeto de reforma política ao Congresso Nacional. A meta estadual é chegar a 35 mil assinaturas, para contribuir no âmbito nacional, que precisa recolher 1, 5 milhão.

“Esta campanha está indo muito bem, em três meses já conseguimos 12 mil e vamos ampliar os esforços para conseguirmos chegar na nossa meta (35 mil) até junho. No âmbito nacional já temos 600 mil assinaturas, das 1, 5 milhão que precisamos para enviar o projeto ao Congresso”, disse o presidente da OAB-MS, Júlio Cesar Souza Rodrigues.

O presidente ponderou que apesar de ter outros projetos no Congresso Nacional, esta proposta da OAB-MS e diversas entidades é de iniciativa popular, que teve a participação de vários setores sociais. “Se trata de um projeto coletivo em que todos estão participando, inclusive estamos abertos a novas sugestões e debates sobre o tema”.

Para coletar estas assinaturas, a Ordem tem disponibilizado voluntários nos sábados de manhã, na área central de Campo Grande, assim como as demais parceiras estão buscando apoio em seus segmentos, como nas universidades, bairros, entidades e instituições.

“Temos muita ajuda nesta busca (assinaturas), como as igrejas católicas e evangélicas que fazem este contato com os fiéis, antes e depois das celebrações, cada um está fazendo sua parte, esperamos cumprir nossa meta”.

Polêmica – O presidente da OAB-MS afirmou que teve conhecimento sobre as críticas que este projeto teve dos grupos que organizaram o protesto no último domingo (12), em Campo Grande, contra o governo da presidente Dilma Rousseff (PT). Ele apenas ponderou que até o momento não foi procurado para discutir os temas por estes integrantes.

“Não sei a motivação para que estes grupos sejam contra nosso projeto, mas esperamos que eles nos apresentem as justificativas e possam dialogar conosco, até porque queremos que a sociedade faça um debate sobre o tema, estamos abertos a sugestões”, disse ele.

Durante o protesto haviam faixas nos trios elétricos se colocando contra o projeto de reforma da OAB, este tema ainda foi citado pelos organizadores nas entrevistas e nos discursos.

Entre os quatro pontos principais desta proposta está a proibição do financiamento de campanha por empresas, adoção do financiamento democrático de campanha, eleições proporcionais em dois turnos, fortalecimento dos mecanismos da democracia direta e participação maior da sociedade nas decisões nacionais.




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