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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

15/03/2015 20:10

Organizadora diz lutar pelo civismo em jovens e se surpreendeu com adesão

Professora universitária conta que seus alunos terminam o curso de Medicina e saem do País

Juliene Katayama
Muitos jovens participaram do protesto contra Dilma (Foto: Alcides Neto)Muitos jovens participaram do protesto contra Dilma (Foto: Alcides Neto)

As lágrimas enchiam os olhos da professora universitária Fabrícia Monteiro, 52 anos, ao falar do protesto que ajudou a organizar. Apesar de usar o lema “Fora Dilma”, ela disse que não estava ali para tirar a presidente Dilma Rousseff (PT) do poder, mas para recuperar o civismo na juventude.

“Não quero saber se ela vai sair ou ficar, estou aqui trazendo o civismo para a juventude que não acredita mais que o País pode mudar para melhor”, afirmou. A professora conta que seus alunos de Medicina não têm o menor interesse em permanecer no País. “Meus alunos quando estão terminando o curso, já procuram uma oportunidade para sair do País”, completa.

Segundo a professora, a organização para o evento deste domingo (15) que levou 32 mil pessoas para as ruas de Campo Grande, segundo a Polícia Militar, começou há três meses., contra a corrupçao, principalmente.

Mas o princípio da luta dela foi em junho do ano passado, antes mesmo das eleições. “Antes era pela Saúde. Iniciou quando o ministro da Saúde esteve aqui. Daí o nome Fora Dilma surgiu por causa do adesivo que estava rolando o País e o movimento de São Paulo cedeu para nós”, conta.

A organizadora se disse surpresa com o resultado do protesto. Ela esperava a participação de 10 mil pessoas. “O tempo todo estamos na rua e não víamos a demonstração das pessoas”, ressalta.

Ela criticou o PT de tentar impedir a manifestação. “O PT compra informação. Pagamos com nosso dinheiro 10 mil panfletos para serem distribuídos nos bairros por um motoqueiro com dia e horário corretos. Mas eles disseminaram informação errada. Meu celular não parava de tocar com as pessoas querendo checar a informação”, explicou Monteiro.



“Meus alunos quando estão terminando o curso, já procuram uma oportunidade para sair do País”. Para ver como é a incoerência, a falta de patriotismo e o pensar somente em si, q se faz a falta de "vergonha na cara". A pessoa, aprende, se forma no país, gasta os recursos humanos e sociais do país, e vai embora, ganhar dinheiro lá fora ou prestar seus serviços a outro povo.

O aluno dessa professora, seja ele de escola privada e mais ainda ou, pior ainda todos, das Universidades Públicas, que são a maioria da "elite" q estudam nela ou fazem principalmente medicina, deveriam prestar ou voltar o aprendizado a sociedade, pelo menos um ano de tudo que sugou dos professores e instituições.

Professora, ensine não só medicina, mas passe OSPB, e tente mesmo "recuperar o civismo" desse povo.
 
Lucio Borges Ortega em 16/03/2015 18:24:27
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