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Política

Otimista, Azambuja aposta em vitória de Flávio e elogia mobilização

Senador informou que grupo de Bolsonaro acompanhará apuração no QG de Renan Contar

Por Maristela Brunetto e Mylena Fraiha | 25/10/2026 10:07
Otimista, Azambuja aposta em vitória de Flávio e elogia mobilização
Azambuja, Beth e Puccinelli se encontram em local de votação: otimismo pela eleição de Flávio Bolsonaro (Fotos: Osmar Veiga)

O senador eleito e presidente do PL em Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, votou na Escola Estadual Lúcia Martins Coelho, no Jardim dos Estados, em Campo Grande. Acompanhado da esposa, Fátima, ele disse estar otimista com o resultado das urnas, após comandar a mobilização no Estado no segundo turno em torno do candidato do partido dele, Flávio Bolsonaro, que ficou em primeiro lugar, à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca a reeleição. Na chegada, ele encontrou o também ex-governador André Puccinelli (MDB), que igualmente apoia o candidato do PL.

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O senador eleito e presidente do PL em Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, votou em Campo Grande e demonstrou otimismo com a vitória de Flávio Bolsonaro no segundo turno. Ele coordenou a campanha no Estado, elogiou a mobilização espontânea em 79 cidades e defendeu a redução dos 38 ministérios. Ao lado dele, o ex-governador André Puccinelli, eleito deputado estadual, previu resultado apertado e destacou a necessidade de pacificação do País.

Azambuja elogiou a mobilização ontem, na reta final, citando o ato em Campo Grande, na Avenida Afonso Pena e em cerca de 70 cidades. Para o senador eleito, esse movimento de oposição ao Governo Lula aponta rejeição “à maneira como o Brasil está sendo administrado, com gastança, endividamento, baixo crescimento e aparelhamento da máquina pública". Ele citou o aumento de despesas com medidas anunciadas durante a campanha eleitoral para “mudar a cabeça dos brasileiros e brasileiras".

Na análise dele, caso eleito, Flávio Bolsonaro poderá “colocar a economia nos eixos, promover o desenvolvimento e melhorar a segurança pública e a saúde pública, que passam por problemas.” Ele disse estar esperançoso com “uma surpresa extremamente positiva em relação ao que estão dizendo as pesquisas".

Conforme Azambuja, durante o segundo turno, lideranças que não declararam apoio a Bolsonaro no primeiro turno passaram a atuar. “Tivemos uma mobilização muito espontânea, até surpreendente para nós, que estávamos coordenando essa campanha nas 79 cidades”. Ele citou a adesão de eleitores, como a mobilização de ontem na Capital, como expressão de desejo de mudança.

Otimista, Azambuja aposta em vitória de Flávio e elogia mobilização
Reinaldo coordenou campanha de Flávio no Estado e elogiou mobilização e engajamento espontâneo

O senador voltou a lembrar temas importantes para o Estado, que ele defenderá em Brasília, como “a volta da ferrovia, o reajuste da tabela do SUS, a segurança de fronteira, a hidrovia do Rio Paraguai e a continuidade dos programas habitacionais, que estão aquém do necessário para a população de Mato Grosso do Sul.”

Sobre a estrutura do Governo Federal, ele defenderá a redução do número de ministérios, hoje em 38. Azambuja diz que é preciso haver mais repasse de recursos para estados e municípios e menos concentração na União. “Precisamos gastar naquilo que é importante para o desenvolvimento e para a geração de oportunidades no nosso país".

Conforme Reinaldo, o grupo de Bolsonaro se reunirá no QG do também senador eleito Renan Contar (PL), no prolongamento da Avenida Afonso Pena, que os apoiadores usaram para mobilização no segundo turno.

Dois ex-governadores – Enquanto estava na escola, Azambuja encontrou o também ex-governador André Puccinelli, eleito deputado estadual, que foi votar acompanhado da esposa, Beth. Eles conversaram brevemente. Puccinelli também comentou o segundo turno, dizendo estar confiante na vitória de Flávio Bolsonaro.

Ele analisa que será um resultado apertado e até fez comparação de quando venceu a Prefeitura de Campo Grande contra Zeca do PT por apenas 411 votos. “Eu vou profetizar por 3 milhões 411 a favor do 22".

Em meio a uma disputa tão polarizada, Puccinelli considera que haverá um grande desafio de pacificação do País. “Nós somos todos brasileiros, podemos ter opiniões diferentes, mas democracia é isso: cada um tem o direito de se manifestar. Agora, radicalismo, não. Então, a missão do novo mandatário é a pacificação da nação brasileira".