Polícia procura eleitor que filmou momento do voto e publicou na rede social
Homem de 36 anos postou imagens na internet e os investigadores descobriram sua autoria
Um eleitor de 36 anos é investigado por suspeita de violação do sigilo do voto em Bataguassu, neste domingo (25), durante o segundo turno das eleições presidenciais. Segundo a informação da Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública), ele filmou o momento de votação e publicou as imagens nas redes sociais.
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Um eleitor de 36 anos é investigado em Bataguassu por filmar a própria votação no segundo turno das eleições presidenciais e publicar as imagens nas redes sociais. A Polícia Civil identificou o suspeito, mas não o localizou, e não houve prisão confirmada. A legislação proíbe celulares na cabine de votação. Também foram relatadas suspeitas de registro de voto em Campo Grande e de boca de urna em Três Lagoas, ainda sem registro policial formal.
Conforme o boletim de ocorrência registrado na 1ª Delegacia de Polícia de Bataguassu, o caso ocorreu por volta das 8h10.
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A publicação chamou a atenção da Polícia Civil, que iniciou diligências para identificar o responsável. A equipe do SIG (Setor de Investigações Gerais) conseguiu identificar o homem, mas ele não foi localizado de imediato.
Não pode - Conforme a legislação, a conduta pode caracterizar crime de violação do sigilo do voto, já que a legislação eleitoral proíbe o uso de celulares e outros equipamentos capazes de registrar imagens dentro da cabine de votação.
A ocorrência foi registrada sem flagrante. Até o momento das informações repassadas à reportagem, não havia confirmação de prisão.
Em Campo Grande, na escola estadual Blanche dos Santos Pereira, a Polícia Militar foi acionada, diante da suspeita de registro do voto. O eleitor, porém, já havia deixado o local e a situação foi relatada na ata feita pela presidente de mesa.
Outra possível irregularidade eleitoral foi identificada em Três Lagoas, relacionada à prática de boca de urna. O caso, porém, ainda não havia sido formalmente registrado pela polícia.
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