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Campo Grande, Quinta-feira, 24 de Agosto de 2017

05/08/2015 12:14

Para ajudar a por fim em impasse, deputados se reúnem com diretoria da ACP

Flávia Lima e Leonardo Rocha
Presidente da Comissão de Educação da Assembleia, Pedro Kemp, acredita que deputados podem ajudar a solucionar impasse. (Foto:Divulgação)Presidente da Comissão de Educação da Assembleia, Pedro Kemp, acredita que deputados podem ajudar a solucionar impasse. (Foto:Divulgação)

Na tentativa de ajudar a colocar um ponto final no impasse entre os professores da rede municipal e prefeitura, os deputados marcaram uma reunião, amanhã (6), a partir das 8h30, na sala da presidência, com a presença da diretoria da ACP (Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação) e da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa.

Segundo o presidente da comissão, deputado Pedro Kemp (PT), o objetivo é ajudar na intermediação e não interferir no trabalho dos vereadores. "É uma situação de grande transtorno para a comunidade escolar e para os professores que se encontram desgastados”, ressaltou.

Ele lembrou que a paralisação já completa 72 dias e que apesar de o MPE (Ministério Público Estadual) ter promovido algumas tentativas de acordo, não foram suficientes. Kemp acredita que o caminho seria buscar uma intermediação do Poder Judiciário. "Na greve dos professores do Estado deu certo", disse.

O deputado Rinaldo Modesto (PSDB) afirmou que conversou nesta terça-feira (4) como prefeito da Capital, Gilmar Olarte (PP), após a confusão na Câmara Municipal que envolveu professores, vereadores e a guarda municipal.

De acordo com o deputado, o prefeito teria reafirmado a impossibilidade de conceder o reajuste de 13% pleiteado pela categoria devido a Lei de Responsabilidade Fiscal. "Sabemos que essa questão é municipal e de discussão dos vereadores, só estamos tentando ajudar", destacou.

A categoria não abre mão do aumento, mas até o momento a prefeitura mantém a proposta de 8,5%, parcelado em 10 vezes. Segundo a Semed (Secretaria Municipal de Educação), das 94 escolas da capital, 59 estão funcionando normalmente e 35 trabalham com quadro parcial dos professores.

Durante sessão desta quarta-feira houve um novo princípio de tumulto na Câmara, obrigando o vice-presidente da Casa, Flavio Cesar (PTdoB), a pedir a retirada de um funcionário comissionado da prefeitura e um adolescente.  

 




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