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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

08/10/2012 16:08

Para eleitor e cientista político, 2º turno incentiva debate sobre a cidade

Nícholas Vasconcelos e Mariana Lopes
Uelton acredita que neste turno as próximas duas semanas de campanha não irão mudar seu voto (Foto: Rodrigo Pazinato)Uelton acredita que neste turno as próximas duas semanas de campanha não irão mudar seu voto (Foto: Rodrigo Pazinato)

A realização de segundo turno nas eleições municipais em Campo Grande, após 16 anos, serve para levantar o debate político na Capital, avalia o cientista político Tito Machado. Para ele, o resultado das eleições já no primeiro turno é normal no caso de candidatos que tentam a reeleição e que fizeram um bom trabalho na administração,  mas que no caso de novos candidatos é normal que haja a disputa em uma nova eleição.

“Eu vejo a questão do segundo turno com muita felicidade, precisamos parar com essa história de não ter segundo turno porque ele é normal na política”, comentou. “O segundo turno é importante para aflorar as contradições, os debates”, disse.

A avaliação do cientista vai ao encontro do que a população defende nas ruas da Capital e muitos já diziam esperar pela eleição em dois turnos. Após 16 anos de eleições de um turno só, eles terão de voltar às urnas no dia 28 de outubro.

O operador de máquinas Uelton Honório de Jesus da Silva, de 20 anos, confessa que não acompanhou os debates e propagandas políticas, mas acredita que neste turno as próximas duas semanas de campanha não irão mudar seu voto. “Eu sabia quem iria para o segundo turno, e comecei a analisar o meu segundo candidato antes mesmo de votar no primeiro”, conta.

No resultado de ontem, Alcides Bernal (PP) conquistou o primeiro lugar, com 40,17% dos votos, contra 27,99% do candidato peemedebista, Edson Giroto (PMDB).

Tito avalia que agora é possível a vitória de outro candidato, diferente de outros. “Na eleição que reelegeu Nelson Trad Filho, por exemplo, ele era o único candidato possível de ganhar eleições, não tinha adversário com representatividade”, comentou.

Josi acredita que a eleição estava bem competitiva, mas o segundo turno estava certo (Foto: Rodrigo Pazinato)Josi acredita que a eleição estava bem competitiva, mas o segundo turno estava certo (Foto: Rodrigo Pazinato)

Para o casal de comerciantes Josi Sardino Martins, 31 anos, e João Domingo Barbosa, 37 anos, a eleição estava bem competitiva, mas o segundo turno estava certo. Sobre o resultado deste turno, o casal acredita que, agora, começa tudo de novo e está indefinido.

O aposentado Silvio Akamini, 76 anos, embora nem precise votar, nesta eleição fez questão de exercer a cidadania. Para ele, o segundo turno é sempre mais fácil de decidir. “Agora são só dois candidatos, fica mais fácil de escolher”, pontua.

E agora é hora de repensar o voto, pelo menos na opinião da dona de casa Dayane Mendes, de 21 anos. "Vai dar para analisar melhor as propostas, rever o perfil dos condidatos, é hora de decisão", afirma.

Os dois candidatos podem retomar a campanha eleitoral a partir das 17h desta segunda-feira (8), exatamente 24 horas depois de encerradas as votações do primeiro turno. Os eleitores voltam às urnas para definir o próximo prefeito de Campo Grande no dia 28 de outubro.

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A política e o serviço público tem a mesma identificação, fala muito, muitos projetos sem sentido e muitas reuniões para não trabalhar. Esse povo tem que trabalhar mais e falar menos. Todos projetos são furados; fazem uma praça e não consta no Projeto o valor a ser gasto mensal com a a praça. Depois de 6 meses fica abandonada e o povo não ver isso.
 
Luiz alves em 09/10/2012 08:10:24
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