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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

22/11/2013 12:16

Por falta de tempo, CPI da Saúde termina investigação e apresenta relatório

Leonardo Rocha
CPI termina investigação por falta de tempo (Foto: Arquivo)CPI termina investigação por falta de tempo (Foto: Arquivo)

A CPI da Saúde da Assembleia gostaria de convocar novas pessoas para depor em relação ao sistema Gisa (Gerenciamento de Informações em Saúde), no entanto como o prazo se encerra na segunda-feira (25), os integrantes terminaram a investigação e vão apresentar relatório na semana que vem.

“Poderíamos chamar novas pessoas, mas temos documentos e depoimentos necessários sobre o Gisa, o relatório estará completo e será qualificado”, destacou o presidente da comissão, o deputado Amarildo Cruz (PT).

O presidente destacou que restará aos órgãos competentes “aprofundar” a investigação sobre os temas propostos pela CPI, já que esta apuração teve prazo para terminar.

“Fizemos nossa parte, mas as instituições têm toda legitimidade e preparo para continuar a averiguação, nós levantamos os assuntos principais que devem servir de pauta”.

O vice-presidente da comissão, o deputado Lauro Davi (PROS), ponderou que o relatório final já estava pronto e que teve que sofrer algumas “alterações” em função das últimas denúncias.

“Teremos um diagnóstico da saúde no Estado e resta ao poder executivo consertar os problemas que levantamos durante a investigação”.

A comissão irá enviar cópias do relatório final ao MPE (Ministério Público Estadual), MPF (Ministério Público Federal), CGU (Controladoria Geral da União), TCE (Tribunal de Contas Estadual) e Ministério da Saúde.

Polêmica – A CPI da Saúde já estava com material pronto para ser entregue no dia 23 outubro, no entanto após análise de documentos e depoimentos, o sistema Gisa, responsável por agendar consultas por telefone, ganhou repercussão e apuração mais profunda.

“Digamos que foi a questão mais escandalosa, por isso prorrogamos o prazo e voltamos a convocar pessoas”, explicou Davi.

O Gisa foi contratado pela prefeitura de Campo Grande em 2008 por quase R$ 10 milhões, no entanto hoje apenas quatro dos doze módulos estão funcionando.

O Ministério da Saúde enviou uma equipe para averiguar o caso em Campo Grande, pelo fato de 90% do recurso ter sido investido pela instituição. A atual administração já declarou que cogita pedir a devolução do recurso empregado em função do sistema não funcionar de forma adequada.



Vai acabar em pizza depois de tanto disque me disse? Normal, porque cabeças coroadas estão envolvidas, todo mundo sabe e nos bastidores da CPI acabam se arrumando, que vergonha!
 
Gabriela Nunes em 22/11/2013 13:39:10
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