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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

23/07/2016 16:21

Processo contra políticos tem 15 mil páginas e recebeu 18 defesas

Aline dos Santos
Processo tramita desde junho no Tribunal de Justiça. (Foto: Arquivo)Processo tramita desde junho no Tribunal de Justiça. (Foto: Arquivo)

Com 15.874 páginas, o processo da denúncia da operação Coffee Break já recebeu a defesa de 18 dos 24 denunciados. O procedimento aponta compra de votos para a cassação do prefeito Alcides Bernal (PP). Ontem, o prazo para a defesa foi prorrogado por mais 15 dias.

Na lista de quem já se defendeu e pede que a Justiça não acate a denúncia estão: Otávio Trad (vereador pelo PTB); Airton Saraiva (vereador do DEM); Carlos Naegele (empresário); Nelson Trad Filho (ex-prefeito); Eduardo Romero (vereador do Rede); Waldecy Batista Nunes, o Chocolate (vereador pelo PTB); André Scaff (procurador da Câmara); Edson Shimabukuro (vereador do PTB);

Além de Jamal Salem (vereador do PR); Mario Cesar (vereador do PMDB); Gilmar Neri de Souza (vereador do PRB); Carlos Augusto Borges, o Carlão (vereador do PSB); João Rocha (vereador do PSDB); Paulo Siufi (vereador do PMDB); Flávio César (vereador do PSDB); Alceu Bueno (ex-vereador); Edil Albuquerque (vereador do PTB); e André Puccinelli (ex-governador).

Desta forma, são esperadas as defesas do prefeito afastado Gilmar Olarte (Pros) e dos empresários Fábio Portela Machinsky, Luiz Pedro Guimarães, Raimundo Nonato de Carvalho, João Amorim e João Baird.

As últimas defesas anexadas são de Puccinelli, Edil e Alceu Bueno. A defesa do ex-governador aponta que não houve associação criminosa para cassa Bernal, mas denúncias de irregularidades apuradas na CPI do Calote.

A defesa do vereador Edil Albuquerque afirma que a denúncia do MPE (Ministério Público do Estado) é uma verdadeira farsa e que não há prova ou fato de corrupção passiva.

Alceu Bueno, que renunciou ao mandato após denúncia de exploração sexual de adolescente, informa que não há incompatibilidade na sua renda. Sobre o depósito da Proteco Construções, que pertence a João Amorim, para a empresa do ex-vereador, a defesa alega que é normal que um depósito de material de construções venda para uma empreiteira.

O processo tramita desde o mês passado na seção criminal do TJ/MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul).



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