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Política

Reinaldo diz que avanços do governo foram à custa de grandes sacrifícios

Governador destaca ações que impuseram ao Estado medidas de austeridade fiscal

Por MS em Brasília | 21/07/2021 12:18
Governador em frente à placa de obra da administração estadual em Nioaque (Foto: Governo de MS/Divulgação)
Governador em frente à placa de obra da administração estadual em Nioaque (Foto: Governo de MS/Divulgação)

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) tem utilizado as redes sociais para transmitir à população os resultados de seis anos e meio de governo, que começou em janeiro de 2015. “Agora, que a casa está arrumada, com o Estado atraindo grandes investimentos privados, gerando empregos e ganhos para a sociedade, parece que a caminhada foi fácil”, avalia.

De acordo com Reinaldo, o governo tem executado obras e investimentos nos 79 municípios, melhorando a qualidade de vida dos moradores de todas as regiões. “Não é discurso, é fato”, reforça, cuja gestão colocou Mato Grosso do Sul entre os Estados mais competitivos do país, segundo levantamento de consultorias nacionais e internacionais.

Afirma que, somente nessa semana, foram entregues casas populares, escolas, unidades de saúde, quartel dos bombeiros, pavimentações asfálticas, máquinas e investimentos que estimulam o crescimento econômico e a geração de empregos.

O governo comemora outra estatística importante. Há 21 anos, segundo o governador, Mato Grosso do Sul não abria tantas empresas em seis meses como este ano. O recorde foram 4.674 novas empresas constituídas no primeiro semestre de 2021, segundo dados da Jucems (Junta Comercial de MS).

O governador diz que nada disso seria possível se, nesses mais de seis anos, o Estado não tivesse tido gestão austera, com redução das despesas desnecessárias, saneamento das contas e equilíbrio fiscal.

“O Estado fez o dever de casa, saneou suas contas e vem devolvendo à sociedade um pouco daquilo que ela contribui. Não estamos em campanha, estamos administrando e fazendo o que é nosso dever”, reforçou.

Em abril, Mato Grosso do Sul melhorou a avaliação sobre a situação fiscal. Obteve nota B, condição que permite ao Estado contratar empréstimo internacional, por exemplo, sem o aval do Tesouro Nacional, a chamada “capacidade pagamento” (Capag).

Além do Governo do Estado, outras 61 prefeituras passaram a ter avaliação positiva, como Dourados, Três Lagoas, Corumbá e Ponta Porã. Campo Grande, no entanto, ainda está na lista dos municípios com a situação fiscal negativada, segundo o Tesouro Nacional, após quatro anos e meio de gestão do prefeito Marquinhos Trad (PSD).

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