Reinaldo vota em Campo Grande e defende mudanças na reforma tributária
Candidato ao Senado afirma que algumas propostas prejudicam MS e também faz críticas a decisões do Judiciário
O candidato ao Senado Reinaldo Azambuja (PL) afirmou neste domingo (4) que, se eleito, pretende atuar para alterar pontos da reforma tributária que considera prejudiciais a Mato Grosso do Sul. Segundo ele, a regulamentação ainda passará pelo Senado e será uma oportunidade para tentar evitar perdas de arrecadação para o Estado.
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O candidato ao Senado Reinaldo Azambuja (PL) afirmou, após votar em Campo Grande neste domingo (4), que, se eleito, atuará para alterar pontos da reforma tributária que considera prejudiciais a Mato Grosso do Sul. Ele criticou a concentração da arrecadação em um fundo nacional e citou como prioridades a ferrovia, a hidrovia do Rio Paraguai e o reajuste da tabela do SUS. Também criticou o Judiciário, falando em "ditadura do poder judiciário". Acompanhará a apuração ao lado de Riedel e de Capitão Contar.
Reinaldo votou na Escola Estadual Lúcia Martins Coelho, no Centro de Campo Grande. A candidatura dele integra a aliança formada em torno da reeleição do governador Eduardo Riedel (PP).
Reinaldo chegou à escola cerca de 30 minutos depois do horário inicialmente previsto, com a esposa, Fátima Azambuja, e do suplente Cláudio Mendonça. Primeiro, acompanhou parte da votação da mulher e depois seguiu para a 71ª seção, onde levou 4 minutos para votar e tirou fotos com eleitores.
Ao tratar da reforma tributária, o ex-governador criticou a concentração da arrecadação em um fundo nacional e disse ver incertezas sobre a forma como os recursos retornarão aos estados.
Entre outras prioridades citadas para um eventual mandato estão a retomada da ferrovia, a hidrovia do Rio Paraguai e o reajuste da tabela do SUS (Sistema Único de Saúde). O candidato também defendeu redução dos gastos federais e afirmou que o Senado deve atuar em questões que, na avaliação dele, interferem diretamente no desenvolvimento dos estados.
Durante a entrevista, o candidato fez críticas ao Judiciário e classificou o atual cenário como uma “ditadura do poder judiciário”. Também questionou decisões monocráticas e tomadas por ministros que, segundo ele, estariam sob suspeição. Para ele, o próximo Senado deverá discutir essas questões e atuar para garantir o princípio constitucional de independência e harmonia entre os Poderes.
Após votar, Reinaldo disse que permanecerá com a família durante o restante do dia. A partir das 16h30, a previsão é de que acompanhe a apuração ao lado de Riedel e do também candidato ao Senado Capitão Contar (PL).
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