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Política

Reunião para discutir contrato entre hospital e prefeitura é adiada para segunda

Por Flávia Lima e Leonardo Rocha | 03/06/2015 12:58
Reunião entre representantes do hospital, políticos e sindicatos aconteceu no gabinete da presidência da Assembleia Legislativa. (Foto:Leonardo Rocha)
Reunião entre representantes do hospital, políticos e sindicatos aconteceu no gabinete da presidência da Assembleia Legislativa. (Foto:Leonardo Rocha)

Marcada para esta quarta-feira (3), a reunião que vai discutir a renovação do contrato entre a Santa Casa da Capital e a prefeitura, foi adiada para segunda-feira (8). A reunião deveria acontecer na Assembleia Legislativa, mas como prefeitura e governo não enviaram representantes, a deputada Mara Caseiro (PT do B) entrou em contato com os secretários de Saúde Jamal Salém (município) e Nelson Tavares (governo), que pediram o adiamento por ainda não terem uma definição sobre a questão. Porém, de acordo com a deputada, ambos afirmaram que as conversas "estão caminhando".

Estiveram na Assembleia, o deputado Felipe Orro (PDT), os vereadores José Chadid, sem partido, Luiza Ribeiro (PPS) e Marcos Alex (PT), além dos conselhos municipal e estadual de saúde, diretoria do hospital e a promotora de Justiça da Saúde, Filomena Fluminhan.

O diretor-presidente da Santa Casa, Wilson Teslenco, reclamou que o hospital deu livre acesso durante 15 dias no mês de maio para que a comissão formada por membros da prefeitura e governo pudessem elaborar um relatório sobre a movimentação financeira do hospital, mas que até o momento desconhece as informações do documento.

Ele ressaltou que hoje é o último dia útil antes do vencimento do contrato com a prefeitura e que caso o repasse de R$ 3 milhões referente ao mês passado não for feito até o final do dia pela gestão municipal, os funcionários do hospital não receberão os salários do mês.

Teslenco ainda destacou que na próxima reunião espera uma renovação do contrato por um período maior do que 30 dias. Ontem, ele havia dito que a Santa Casa de Campo Grande pode paralisar novamente o atendimento ambulatorial e as cirurgias eletivas a partir de segunda-feira, caso não haja a renovação do contrato com a prefeitura da Capital, que determina repasse de R$ 4 milhões mensais por cinco anos, com reajuste anual, conforme acordo firmado no início de maio.

A promotora também disse que espera um atendimento no próximo encontro para evitar uma intervenção do Ministério Público. 

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