Riedel, Flávio Bolsonaro e aliados criticam governo e pedem união
Em ato político cheio de políticos e apoiadores, grupo destaca engajamento para buscar votos

Em clima de pré-campanha, o pré-candidato do PL à presidência da República, senador Flávio Bolsonaro (RJ), recebeu apoio de políticos e lideranças esta manhã no diretório do partido, no bairro Chácara Cachoeira, em Campo Grande, no seu segundo dia de visita à cidade. O governador Eduardo Riedel, do PP, que conta com apoio do mesmo grupo para busca da reeleição, participou do ato, acompanhado pelos secretários Flávio Cesar Oliveira (Fazenda) e Rodrigo Perez (Governo e Gestão Estratégica). Não faltaram críticas ao Governo Lula e pedido de empenho para atrair adesão de indecisos.
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A senadora Tereza Cristina (PP-MS), uma das principais lideranças da direita no Estado, mencionou a força da adesão ao projeto político encabeçado pelo filho de Jair Bolsonaro e reeleição de Riedel. Segundo disse, é um momento do renascimento da esperança.
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O governador direcionou críticas ao PT e ao governo federal. “Eu sou de uma geração que vi o PSDB, o MDB, depois o PP, o União, o Republicanos, brigar contra uma agenda e o PL que conseguiu furar a bolha dessa agenda de 20 anos de um partido que criou uma agenda para o Brasil que resultou no que resultou”, disparou.
Ele destacou dois pontos sobre os quais seu governo deve dar respostas às pautas abraçadas pela esquerda, como a atenção à área social e ao meio ambiente. “Olha o que está acontecendo em MS?”, apontou Riedel. Riedel ainda criticou as políticas econômicas do atual governo, dizendo que elas causaram a alta dos juros e o uso de recurso público para subsídio de políticas sociais. “Ferindo a economia do País como solução para aquilo de negativo que ele próprio criou. Esse trabalho é que este time está preparado para enfrentar e conquistar a união que resultará na sua eleição.”

O ex-governador Reinaldo Azambuja, presidente do PL no Estado e pré-candidato ao Senado, disse que convocou todos os pré-candidatos para o encontro. “Hoje é o dia que eu fiz questão de reunir praticamente todos os pré-candidatos dessa coligação enorme que nós montamos aqui, que vão ser as pessoas que vão levar seu nome, vão empunhar bandeira”, disse a Flávio Bolsonaro. “Aqui temos que entender que para ganhar eleição temos que somar e não dividir, temos que deixar a diferença de lado”, completou. Assim como os demais, não poupou críticas ao Governo Lula, apontando que produz “crescimento pífio” do País e para ganhar a eleição “está destruindo o Brasil, encarecendo o custo de vida para o cidadão, endividando as famílias, prejudicando o agronegócio.”
O senador e pré-candidato falou sobre as expectativas para a disputa eleitoral. “O que eu quero pedir aqui hoje, vai ser uma disputa muito difícil, talvez seja a missão mais importante que o país vai tomar esse ano, que vai definir para onde vamos nas próximas décadas. Eu acredito que é o fim do ciclo do PT. A gente não vai mais ouvir falar de um partido que representa tanto atraso, tanto problema”, disparou.
Ele disse que se sente preparado para direcionar o Brasil para o caminho que ele precisa seguir, porque testemunhou o que foi feito no governo do pai dele.


