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Campo Grande, Quarta-feira, 26 de Setembro de 2018

11/06/2013 14:08

Sindicato vai recorrer se Bernal ganhar liminar contra reajuste dos servidores

Nadyenka Castro e Jéssica Benitez
Presidente do Sisem afirma que vai lutar por reajuste dos servidores. (Foto: Marcos Ermínio)Presidente do Sisem afirma que vai lutar por reajuste dos servidores. (Foto: Marcos Ermínio)

O Sisem (Sindicato dos servidores e funcionários municipais de Campo Grande) irá recorrer caso o prefeito Alcides Bernal (PP) consiga liminar para não pagar reajuste aos servidores municipais.

O presidente do Sindicato, Marcos Tabosa, afirma que o setor jurídico “já está preparado para derrubar a liminar” e caso não consiga na Justiça, irá “ficar no pé” do prefeito e da Câmara Municipal.

Tabosa conta que já conversou com o vereador Elizeu Dionizio (PSL), presidente da Comissão de Eficácia Legislativa da Câmara Municipal para que sejam tomadas providências sobre o cumprimento de leis, entre elas, a do reajuste do funcionalismo municipal.

“Do que adianta ter Câmara se não for respeitada?”, questiona o sindicalista, que também critica a postura de Alcides Bernal. “O prefeito só quer conversar pelo facebook, eu gosto de olho no olho”.

Impasse - O gestor municipal vetou quatro emendas adicionais feitas pelos vereadores para complementar o projeto de reajuste salarial dos servidores. O prefeito, porém, vetou todas elas sob argumentação de que “havia vício de origem” na elaboração das emendas. A Câmara não concordou com o posicionamento e derrubou os vetos e o presidente da Casa, vereador Mario Cesar (PMDB), promulgou a matéria, validando-a integralmente.

Bernal não autorizou a aplicação de 15% às vantagens pessoais incorporadas e outras vantagens financeiras, fixadas em valor monetário, conforme o artigo 5º do projeto de Lei.

Ele também não concordou em equiparar os plantões de serviço de odontólogos, veterinários, enfermeiros, técnicos de enfermagem, assistentes sociais, farmacêuticos e farmacêuticos-bioquímicos, em 15% como foi feito com a classe médica.

O prefeito vetou, ainda, o plantão de serviço dos fonoaudiólogos, da categoria de referência 14, fica fixado em R$ 583,97, nos feriados e finais de semana. E, por último, não permitiu que seja assegurado a todo servidor da área de saúde adicional de insalubridade.



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