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Campo Grande, Domingo, 20 de Agosto de 2017

21/01/2015 12:10

Tarifaço e apagões são desafios para competitividade, diz Reinaldo

Kleber Clajus e Caroline Maldonado, enviada especial a Maracaju
Mesmo em cenário negativo, governador mantém promessa de redução de impostos (Foto: Caroline Maldonado)Mesmo em cenário negativo, governador mantém promessa de redução de impostos (Foto: Caroline Maldonado)

Aumento de impostos federais e falhas no sistema elétrico foram apontadas pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB), nesta quarta-feira (21), como “vilões” da competitividade do Estado. Participando da 19ª edição da Showtec, em Maracaju, o tucano destacou o investimento em pesquisa como soluções para reverter quadro negativo.

“Se hoje temos produção para exportar devemos a área da pesquisa, mas precisamos melhorar muito. Temos problema da energia com apagões e precisamos ser eficientes, ainda mais que estamos tendo esse tarifaço que afeta diretamente todas as cadeias produtivas”, pontuou Azambuja, assegurando que mantém estudo para redução de impostos estaduais.

Na segunda-feira (19), o calor associado ao aumento do consumo de energia elétrica e falha na transmissão levou o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) autorizar “apagão” que atingiu Mato Grosso do Sul, dez Estados e o Distrito Federal. Já no fim da tarde, o Governo Federal anunciou também retorno da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) sobre a gasolina, acompanhada da elevação de impostos para crédito pessoal, industrializados e atacado de cosméticos.

Conforme o governador, o momento é de reduzir custos, porém ele não descarta estabelecer desonerações como para o óleo diesel, de até 17%, a fim de assegurar competitividade ao setor produtivo e logístico. “Temos terra fértil, clima bom e com parcerias vamos trabalhar pelo desenvolvimento”.

Em termos de infraestrutura, a intenção de Azambuja também inclui a conclusão do passivo de obras inacabadas de R$ 500 milhões, trocar pontes de madeira por concreto e investir na reativação de portos e ferrovias para o escoamento da produção.




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