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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

16/07/2013 19:46

Vereadores abandonam sessão e Câmara deixa de apreciar 2º veto

Zemil Rocha e Jéssica Benitez
Veto ao projeto de Coringa deve ser apreciado na sessão de amanhã (Foto: Izaias Medeiros)Veto ao projeto de Coringa deve ser apreciado na sessão de amanhã (Foto: Izaias Medeiros)

Vários vereadores deixaram a sessão da Câmara de Campo Grande, nesta terça-feira, o que impediu a votação do segundo veto do prefeito Alcides Bernal. O primeiro, a um projeto do vereador Carlos Augusto, o Carlão (PSB), foi derrubado por 16 votos a seis.

O abandono da sessão aconteceu durante a discussão do veto parcial ao projeto de lei n° 7.399/13, de autoria do Poder Executivo, que institui a festividade denominada “Aniversário do Bairro Moreninhas” no calendário oficial de festividades do aniversário de Campo Grande-MS. A proposta vetada é de autoria do vereador Ademar Vieira Júnior, o Coringa (PSD).

Já havia um clima de revolta decorrente da briga do vereador Paulo Pedra (PDT) com Valdecy Batista, o Chocolate (PP), que queria ser inscrito para fazer uso da palavra e, assim, poder defender a manutenção do veto.

Lembrando que é vereador há nove anos e presidiu a Câmara por quatro anos, o vereador Paulo Siufi (PMDB) disse que inscrição só pode ser feita “antes do primeiro inscritos começar a falar”, o que não teria sido obedecido por Pedra, que não aceitou o argumento. Siufi, então, o desafiou: “Estou com o Regimento Interno na mão, me mostre onde está que pode falar?”. Pedra não se atreveu.

A vereadora Grazielle Machado (PR) disse que a Comissão de Eficácia Legislativa, que é presidida por ela, vai rever o Regimento Interno da Câmara, para que as “questões vagas” seja esclarecidas.

O debate prosseguiu em torno do projeto e do veto. Vários vereadores começaram a ir embora. A sessão ficou esvaziada. “Não tem mais quorum”, avisou Rose Modesto (PSDB), que secretariava a Mesa dos trabalhos. Nesse momento, Carlão, que presidia a Mesa, encerrou a sessão. A votação do veto deve ficar para amanhã, na última sessão antes do recesso parlamentar de julho.

 

 



Depois a população invade a Câmara e depois acham que é vandalismo. Vandalismo é o que fazem os vereadores que neste momento estão contra o executivo. É só o Bernall abrir o caixa que logo estarão todos a seu favor, como está acontecendo com Paulo Pedra, antes uma oposição ferrenha contra Bernall. Já se falam em Edil compor a base do executivo. Haja secretarias para esses vereadores comporem com o executivo. Isso é uma vergonha. Mas o povo está acordando e iremos dar uma resposta logo logo
 
Roberto Ferreira em 17/07/2013 11:34:59
Perguntar não ofende: quando os vereadores abandonam a sessão, para evitar a discussão de um assunto "de extrema importância" para o Município, e o presidente encerra os trabalhos, corta-se também parte do salário dos vereadores? Talvez eles respondam nossa dúvida amanhã, última sessão antes das merecidas férias de julho. Afinal, ninguém é de ferro.
 
Eduardo Gutierrez em 16/07/2013 21:46:51
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