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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

03/01/2012 13:37

Governo vai reforçar fiscalização na fronteira com Paraguai após foco de aftosa

Francisco Júnior

Por conta deste período de alerta, leilões e feiras agropecuárias estão proibidos nos 11 municípios que fazem fronteira com o Paraguai

Em reunião, autoridades de MS definiram estratégias para fiscalização na fronteira. (Foto: Simão Nogueira)Em reunião, autoridades de MS definiram estratégias para fiscalização na fronteira. (Foto: Simão Nogueira)

Após a detecção de um novo foco de aftosa em uma fazenda do departamento de San Pedro, no Paraguai, o governo de Mato Grosso do Sul vai intensificar as ações de fiscalização sanitárias na fronteira com o país vizinho. A estratégia foi definida em uma reunião na manhã de hoje na sede da SFA (Superintendência Federal de Agricultura), em Campo Grande.

De acordo com a secretária da Seprotur (Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo), Tereza Cristina Corrêa da Costa, a fiscalização será reforçada a partir desta terça-feira com o envio de mais fiscais para as barreiras sanitárias fixas e móveis existentes na fronteira, além do auxílio, segundo ela, de policiais militares e do DOF (Departamento de Operações da Fronteira).

O Governo de Mato Grosso do Sul vai pedir ao Ministério da Defesa a volta do Exército e ainda o apoio da Marinha.

Conforme a secretária, por conta deste período de alerta, leilões e feiras agropecuárias estão proibidos, até segunda ordem, de serem realizados nos 11 municípios que fazem fronteira com o Paraguai. Além disso, os pecuaristas destas localidades terão que ir até uma unidade da Iagro (Agência de Defesa Sanitária Animal e Vegetal) para a emissão da GTA (Guia de Trânsito Animal).

Outra medida que poderá ser tomada pelas autoridades brasileiras é a interrupção da importação de carne da região onde foi detectado o foco. “Essa questão será decidida pelo ministério (Agricultura)”, afirmou o superintendente em exercício da SFA, Celso Martinez, explicando que a carne que o País importa do Paraguai já vem desossada, procedimento que elimina o vírus.

Segundo ele, as autoridades paraguaias agiram rápido ao detectar o foco de aftosa. “ Eles agiram rapidamente e todas as medidas regulares de padrões internacionais estão sendo tomadas pelas autoridades do Paraguai”, destacou.



Eu como produtor rural no ms quero parabenizar os funcionarios da IAGRO que mesmo ganhando uma miseria estão conseguindo manter esta desgraça de AFTOSA longe do MS.
 
clovis da silva em 03/01/2012 04:02:54
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