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Alerta no Carnaval: beijo pode transmitir doenças durante bloquinhos

Beijo pode transmitir até 80 milhões de bactérias nos bloquinhos

Conteúdo de Marca - Proncor e Santa Marina | 11/02/2026 07:30
Alerta no Carnaval: beijo pode transmitir doenças durante bloquinhos
(Foto: Divulgação)

Com a chegada do Carnaval, os bloquinhos de rua e eventos festivos voltam a movimentar Campo Grande, reunindo milhares de foliões em diferentes regiões da cidade. Em meio à música, ao calor intenso e à maratona de festas, um comportamento típico da folia merece atenção: o beijo.

Embora seja visto como parte da diversão carnavalesca, o beijo representa uma troca biológica intensa. Em poucos segundos, pode transferir até 80 milhões de bactérias entre duas pessoas. A maioria é inofensiva, mas vírus, fungos e bactérias oportunistas podem encontrar na mucosa oral uma porta de entrada para infecções.

Durante o Carnaval, fatores como noites mal dormidas, consumo de álcool, desidratação e queda da imunidade aumentam o risco de transmissão de doenças.

Quais doenças podem ser transmitidas pelo beijo no Carnaval?

Entre as infecções mais associadas ao contato oral direto, destacam-se:

  • Mononucleose Infecciosa (vírus Epstein-Barr – EBV)

Conhecida como “doença do beijo”, provoca fadiga intensa, febre, dor de garganta e aumento dos linfonodos.

  • Herpes Simplex tipo 1 (HSV-1)

Altamente contagioso, é transmitido pelo contato com lesões ativas ou saliva contaminada, causando bolhas dolorosas nos lábios.

  • Sífilis Primária

Pode se manifestar por feridas orais indolores, o que dificulta o diagnóstico precoce.

  • Candidíase Oral

Infecção fúngica que gera placas esbranquiçadas na língua e mucosas.

  • Hepatite A

Mais rara nessa via, mas possível em contatos íntimos associados a condições inadequadas de higiene.

Sintomas após o beijo nos bloquinhos: quando ficar em alerta?

O período entre o contato e o surgimento dos sinais pode variar de dias a semanas.

Os principais sintomas incluem:

  • Febre persistente
  • Dor de garganta intensa
  • Ínguas no pescoço
  • Vesículas nos lábios
  • Placas brancas na boca
  • Feridas que não cicatrizam

Caso os sintomas durem mais de 7 a 10 dias, é fundamental buscar avaliação médica.

Alerta no Carnaval: beijo pode transmitir doenças durante bloquinhos
Embora seja visto como parte da diversão carnavalesca, o beijo representa uma troca biológica intensa. (Foto: Divulgação)

Quando procurar atendimento médico após o Carnaval?

A orientação é buscar assistência ao notar:

  • Feridas orais suspeitas
  • Febre alta
  • Dor intensa ao engolir
  • Gânglios inchados
  • Mal-estar prolongado após contato íntimo

O diagnóstico precoce evita complicações e garante tratamento adequado, seja antiviral, antibiótico ou antifúngico.

Durante o período de Carnaval, os hospitais Proncor e Santa Marina, em Campo Grande, permanecem com suas equipes mobilizadas e estrutura completa para assistência à população.

As unidades mantêm Pronto-Socorro 24 horas, preparados para atendimentos de urgência e emergência, com cobertura para diversos convênios e também pacientes particulares, oferecendo suporte clínico e diagnóstico integral.

Diante de qualquer sintoma suspeito após os dias de folia, a orientação é procurar avaliação médica. O acompanhamento profissional é fundamental para um diagnóstico preciso, tratamento seguro e recuperação adequada.

Se precisar de atendimento no Proncor e no Santa Marina, confira abaixo os contatos:

  • Central de atendimento: Ligue para 3003-3230, das 6h às 19h.
  • Agendamento online: Acesse www.hospitalproncor.com.br para marcar consultas e exames.
  • WhatsApp: Entre em contato com nossa assistente virtual pelo (21) 2101-2658.
  • Concierge: (67) 99830-4241.
Alerta no Carnaval: beijo pode transmitir doenças durante bloquinhos