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Campo Grande, Terça-feira, 21 de Novembro de 2017

24/11/2013 08:39

“Lei da homofobia” gera fobia no Senado

Por Daniel Martins (*)

O PLC 122/2006, mais conhecido como “lei da homofobia”, tornou-se uma “batata quente” nas mãos dos membros da Comissão de Direitos Humanos do Senado. Cada vez em que o projeto é colocado na pauta para votação, gera-se uma tremenda discussão de norte a sul do País. Pressionada, a comissão acaba por retirá-lo da pauta. Na semana passada (20/11), o drama se repetiu.

Para muitos brasileiros, se aprovado, o projeto vai causar uma crise de consciência na população. Uma mãe poderá ser presa por discriminação, caso se negue a contratar uma babá para seus filhos, após saber que a candidata é lésbica. Ora essa! A mãe não tem liberdade de escolher o rumo da educação dos seus filhos? É a pergunta que muitos grupos de pressão vêm levantando.

Há outros que apontam para o risco de perseguição religiosa, pois o ensino da doutrina cristã a respeito da matéria ficará restrito ao interior dos templos. Quem tratar do assunto de público, ainda que de modo sereno, poderá pegar cinco anos de cadeia. Muitos denunciam a criação de uma casta de privilegiados intocáveis: o movimento homossexual, o que torna as crianças vulneráveis à sua propaganda.

Seja como for, os protestos provenientes do Brasil inteiro vêm provocando verdadeira “fobia” nos Senadores. Caso eles aprovem o projeto, a opinião pública reagirá e poderá mudar o rumo das próximas eleições. Se não o aprovam, as ONGs do movimento homossexual continuarão a urrar para pressionar o governo a se empenhar nessa plataforma revolucionária, aliás, tão cara ao PT.

Um dos principais movimentos que se levantou contra o referido projeto foi o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira (IPCO). Através de um sistema de protesto online contra a “lei de homofobia”, ele enviou ao Senado, que o protocolou devidamente, um total de 3.449.345 e-mails procedentes de todo o Brasil.

(*) Daniel Martins e professor e colaborador da ABIM.

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Eu não sei porque discutir o tema e criar leis. Homofobia é fazer o que esses gays querem. Serem tratados diferentemente, não somos todos iguais perante a lei? Dois homens barbudos querem o "direito" de se abraçarem e se beijarem na frente de todos, inclusive de minhas filhas e netas, querem extinguir a lei do atentado ao pudor...se me darem um tapa a lei trata como agressão física, se eu der um tapa num coitado desse é homofobia, crime inafiançável pra mais de tres anos de cadeia...E fica esses "doutores da lei" a discutir isso. A lei já existe e é igual pra todos, vão resolver o desemprego, a fome, ao invés de ficarem perdendo tempo c isso. E olha, que tarados também votam pedofilos também votam, bandidos votam, será que se eles se organizarem terão leis próprias tambem?
 
samuel gomes-campo grande em 24/11/2013 11:26:55
O movimento gay é bem articulado na internet, mas só na internet. Criam um grupo de pressão com a ajuda de alguns veículos e ficam batendo na mesma tecla para serem atendidos. Aí fica parecendo que toda população é a favor de suas ideias, sendo que nas ruas é totalmente diferente. Sinceramente, é um absurdo uma mãe não poder escolher o que quer para os seus filhos. A educação cristã não pode ficar somente dentro dos templos, senão as "doutrinas" gays deveriam também ficar somente dentro de seus eventos específicos e não sendo espalhadas. O direito de opinião e escolha está garantido e não pode ser tirado por causa de um segmento específico, seja qual for.
 
Paulo Miranda em 24/11/2013 09:56:37
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