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Campo Grande, Segunda-feira, 25 de Junho de 2018

30/07/2012 08:14

Os CEOs e as mídias sociais

Por Acácia Lima (*)

Recente pesquisa realizada pelo site CEO.com revelou que 70% dos CEOs citados pela Fortune 500 não utilizam as redes sociais: apenas 19 (4%) são usuários do Twitter e 38 (7,5%) do Facebook, por exemplo. Há que se considerar, ainda, que o número de usuários ativos é ainda menor, pois, dos CEOs que criaram perfil nas mídias sociais, nem todos mantém suas contas regularmente alimentadas.

Com mais de 1 bilhão de usuários no mundo, segundo a International Telecommunication Union em sua mais recente pesquisa, parece que os CEOs estão na contramão da história, mas o motivo pode ser simples: segurança.

O receio da exposição natural das mídias sociais tem fundamento uma vez que é possível, através delas, conhecer hábitos, lugares frequentados e ter acesso aos membros da família. Algumas redes, como o Facebook, possuem ferramentas de proteção e bloqueiam o que pode ou não ser visto por estranhos. Entretanto, sem conhecer direito esses mecanismos e com a habilidade de hackers "furarem" sistemas de segurança, nem sempre um usuário visado se sente à vontade ao participar das redes.

Entretanto, com cuidado, é possível fazer parte desse mundo virtual e alguns motivos para tal devem ser analisados. Entre eles, os citados pelo site CEO.com merecem reflexão:

- 77% dos usuários das mídias sociais acreditam que a presença do CEO melhora o desempenho comercial da empresa;

- 81% acreditam que CEOs com perfis em mídias sociais são líderes melhores;

- 82% acreditam que eles são mais confiáveis;

- 94% acreditam que melhoram a imagem da empresa;

- 78% desejam trabalhar para estes CEOs.

Fazem um bom trabalho em seus perfis, Meg Whitman, CEO da HP e dirigente com o maior número de seguidores no Twitter (mais de 242 mil) e o magnata das comunicações Rupert Murdoch, com 237 mil seguidores.

Talvez valha a pena estudar a maneira como Meg Whitman e Rupert Murdoch abastecem suas mídias sociais e aprender com eles que é possível, sim, manter uma vida online segura, sem comprometer sua segurança e protegendo

suas empresas.

(*) Por Acácia Lima é jornalista e diretora da YellowA, agência especializada em mídias sociais.

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