A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Quinta-feira, 23 de Março de 2017

18/03/2014 14:43

Reservas indígenas, instrumento bolivarianista no Brasil

Por Helio Brambilla (*)

Outra etapa da viagem foi Nova Trento, terra de Madre Paulina. Depois de a reverenciarmos, percorremos a Serra Catarinense que oferece aos passantes um belo panorama com fazendas e sítios de plantação de arroz e criação de gado. São quilômetros de rodovia cultivados em ambas as margens. Seus índices de produtividade são dos maiores do mundo.

Segundo pudemos constatar, uma catástrofe se encontra prestes a desabar sobre a região. Um cataclismo? Em certo sentido, pior que isto, pois o governo quer demarcar uma reserva indígena de 14 mil hectares, uma “nação dentro da nação”, como afirmou o ministro Marco Aurélio de Melo no julgamento da Reserva Raposa/Serra do Sol, ao citar Plinio Corrêa de Oliveira.

Afinal, ali vivem no ócio mais completo cerca de mil índios que não cultivam praticamente nada. Manipulados, pleiteiam a desapropriação de 14 mil hectares de terra para continuar no ócio de sempre. Entre outras coisas, os índios, ou seus procuradores, não permitem que a estrada de terra batida que liga Dr. Pedrinho a Itaiópolis – 95 km – seja asfaltada.

Valendo-se de leis espantosas, esses índios reivindicam as terras; não permitem que se trafegue por elas a fim de escoar a produção regional; não contentes com os bloqueios constantes das estradas, eles começaram a invadir as propriedades para saqueá-las e atear fogo em tudo que encontram pela frente.

Há algum tempo, um proprietário local e alguns jornalistas da TV Bandeirantes foram sequestrados e maltratados pelos índios, pois faziam um trabalho de rotina de filmagem para ser levado ao ar. A FUNAI e o CIMI, porta-vozes ou quem sabe até mesmo ‘procuradores’ dos índios, nada dizem sobre as famílias expulsas de suas propriedades e que hoje vivem de favor ou pegam algum biscate na redondeza. Para eles não há direito humano...

O extrativismo feito pelos índios de madeiras como sassafrás, imbuia, cedro e outras espécies acabará por dizimar tudo. Quem fará caso disso? Pois o lema de nossos governantes parece ser: Para os índios, tudo! Para os brancos, nada! Para eles as leis ambientais não valem...

Outra área visitada foi o oeste do estado, próximo da divisa com o Paraná, onde visitamos uma fazenda de erva mate, com cerca de 800 hectares de mata nativa de pinheiros, imbuias e outras espécies. O mate, igualmente nativo, está disseminado por toda a mata e, em algumas partes, replantado à sombra das árvores. Dos mates processados no Brasil, esta erva é das melhores.

Todo o processamento, da secagem à embalagem, é feito na própria fazenda, um primor de organização que gera centenas de empregos. Talvez, por isso mesmo, foi literalmente invadida por fiscais do Ministério do Trabalho, apoiados por contingentes da Polícia Federal. Eles vasculharam tudo a fim de constatar a existência do indefinido “trabalho escravo”, existente apenas entre produtores rurais, pois inexiste para os médicos cubanos...

Triste constatar o zelo exasperado dos fiscais e da PF, enquanto a rodovia Dr. Pedrinho–Itaiópolis se encontrava obstruída por índios cometendo toda espécie de vandalismos contra os proprietários da circunvizinhança. Contra tais desmandos, nada! Direitos humanos, direitos humanos, quantos crimes se cometem em seu nome!

(*) Helio Brambilla é jornalista e colaborador da ABIM.

O custo da violência no trânsito brasileiro
A imprudência no trânsito mata cerca de 45 mil pessoas por ano no Brasil e deixa aproximadamente 600 mil com sequelas permanentes, conforme aponta o ...
A carne é fraca
A operação deflagrada pela Polícia Federal conhecida como “carne fraca”, trouxe à tona, mais uma vez, escândalos que abalam a confiança nos produtos ...
A diferença entre a vida e a morte na BR-163 em MS
Em casos de acidente com trauma, a diferença entre a vida e a morte pode estar na rapidez do atendimento às vítimas e na eficácia dos procedimentos d...
A carne que trabalha
A deflagração da chamada “Operação Carne Fraca”, no último fim de semana, tornou conhecidas do público em geral práticas mercadológicas adotadas pelo...



Publicação de conteúdo racista, uma vez que estereotipa o indígena como v... acéfalo, brinquedo nas mãos de organismos estatais e/ou estrangeiros. Isso beira o nazismo. Aliás, percebe-se pelo claro posicionamento político que realmente é essa a intenção: ser/parecer nazista.
Essa "teoria da conspiração" de que manipulam os índios com interesses escusos precisa ser fundamentada. Quem manipula? As ONGs? Os Iluminatis? Os ETs? Pra quê? Ou que fique bem claro, ou que parem de afirmar, afinal, não gostam do contrário, né?
Aposto que o nobre autor é adepto daquela velha máxima: "minoria não têm que falar nada, é minoria e ponto final". Cidadãos como esse estarão na "Marcha da Família com Deus pela Liberdade". Anotem!
...e ainda usam Deus para justificar seus pensamentos bizarros. Eu mereço!
 
Guaraci Mendes em 18/03/2014 15:52:16
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions