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Cidades

Alvos de operação dentro de presídios são integrantes de facção criminosa

No total, são cumpridos 60 mandados, sendo 48 de prisão e 12 de busca e apreensão em penitenciárias da Capital e do interior

Viviane Oliveira e Bruna Pasche | 07/02/2019 08:40
Movimentação da Polícia Militar em frente ao Presídio de Segurança Máxima (Foto: Bruna Pasche)
Movimentação da Polícia Militar em frente ao Presídio de Segurança Máxima (Foto: Bruna Pasche)

Os alvos da Operação Yin-yang, realizada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado) na manhã desta quinta-feira (7) em Campo Grande e no interior, são integrante do PCC (Primeiro Comando da Capital). No total, são cumpridos 60 mandados, sendo 48 de prisão e 12 de busca e apreensão.

O nome da operação yin-yang, símbolo chinês pintado de branco e preto, foi adotado como o escudo do PCC - uma maneira de equilibrar o bem e o mal com sabedoria, segundo os fundadores da facção. A operação tem apoio da PM (Polícia Militar), Batalhão de Choque, GPA (Grupo de Patrulhamento Aéreo) e Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública).

Uma das equipes está no Estabelecimento Penal Jair Ferreira de Carvalho, do presídio de segurança máxima da Capital. A operação também acontece na PED (Presídio Estadual de Dourados) e na Penitenciária de Três Lagoas.

Segundo o diretor-presidente da Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário), Aud de Oliveira Chaves, a força-tarefa tem alvos específicos dentro das unidades penais. "Houve planejamento junto com a agência para o cumprimento dos mandados", explica. Um homem foi preso e levado para a penitenciária. Porém, ainda não se sabe se o rapaz foi detido e qual o motivo da operação.  

O PCC veio dos presídios de São Paulo, se espalhou pelo País, e por Mato Grosso do Sul, com a troca de presos entre as unidades prisionais e também com a atuação das quadrilhas nas regiões fronteiriças, em buscas de drogas, armamento e ainda por meio da lavagem de dinheiro.

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