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Campo Grande, Sábado, 15 de Junho de 2019

11/06/2019 13:20

Caminhões farão 14,7 mil viagens para transportar areia de lago assoreado

Estimativa da Sisep é de que a retirada da terra se estenda por quatro meses; parte do material será reaproveitada

Jones Mário
Equipes da prefeitura trabalham com duas escavadeiras hidráulicas e dez caminhões (Foto: Kísie Ainoã)Equipes da prefeitura trabalham com duas escavadeiras hidráulicas e dez caminhões (Foto: Kísie Ainoã)

As obras para desassorear o lago do Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande, vão exigir 14,7 mil viagens dos dez caminhões envolvidos na remoção da areia. Depois de maquinários prepararem o acesso ao lago menor, ontem, os primeiros dez metros cúbicos de terra foram retirados na manhã de hoje.

De acordo com a prefeitura de Campo Grande, serão removidos aproximadamente 15 mil metros cúbicos de areia do lago secundário, localizado próximo ao prédio do Museu do Índio e usado para a retenção dos sedimentos carregados pelo Córrego Réveillon. Nesta etapa, os caminhões devem fazer aproximadamente 1,2 mil viagens para transportar a terra até área da prefeitura próxima ao Autódromo.

Com duas escavadeiras hidráulicas, equipes da prefeitura vão retirar material de até cinco metros de profundidade para reabrir o vertedouro existente no lago secundário, que vai servir como regulador do nível da água e evitar transbordamento. Os reparos visam retomar a função de bacia de detenção do local para retardar a chegada de água da chuva no lago maior, que, por sua vez, terá removido cerca de 135 mil metros cúbicos de areia e irá mobilizar 13,5 mil viagens dos basculantes.

A estimativa da Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos) é de que a retirada da terra se estenda por quatro meses. Parte do material será levado ao pátio da pasta para ser reaproveitado em futuras obras.

A recuperação do lago é viabilizada por termo de cooperação entre governo do Estado e prefeitura da Capital. O investimento total se aproxima dos R$ 10 milhões, dos quais R$ 1,5 milhão investido apenas para a fase de remoção da areia. A maior parte do montante aplicado deve atacar duas frentes em médio prazo, com obras nas microbacias do Córrego Prosa e na rede de drenagem do Córrego Réveillon.



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