Campanha arrecada insumos hospitalares para missão humanitária em Madagascar
Lista inclui antibióticos, anestésicos, materiais cirúrgicos e contribuições por Pix

A Fraternidade sem Fronteiras iniciou uma campanha para arrecadar medicamentos, materiais hospitalares e recursos destinados a uma caravana médica e cirúrgica no sul de Madagascar, na África. As doações serão usadas em atendimentos, tratamentos e procedimentos realizados em comunidades que enfrentam fome, falta de água e dificuldade de acesso à saúde.
RESUMO
Nossa ferramenta de IA resume a notícia para você!
Entre os medicamentos considerados prioritários estão antibióticos, antifúngicos, antivirais, antiparasitários, antialérgicos, analgésicos, anti-inflamatórios e corticoides. A lista também inclui remédios para problemas respiratórios, diabetes, doenças de pele, oftalmologia, ginecologia, pediatria e gastroenterologia.
- Leia Também
- Bazar solidário terá eletrônicos, roupas e perfumes a partir desta sexta
- Aniversário de asilo começa com troca de cartas e novas amizades à distância
A organização também busca materiais para cirurgias de baixa e média complexidade, como tratamentos de hérnias, hidroceles, abscessos, lipomas e tumores de pele. São solicitados anestésicos, seringas, agulhas, fios de sutura, compressas, campos estéreis, luvas, máscaras, aventais cirúrgicos, lâminas de bisturi, sondas, drenos e coletores.
Entre os itens de uso hospitalar estão soro fisiológico, solução glicosada, Ringer Lactato, equipos, cateteres, pinças e materiais para controle de sangramentos. A relação completa foi divulgada nas redes e nos materiais da campanha.
As contribuições em dinheiro podem ser feitas por Pix, utilizando a chave caravanacirurgicafraternidade@gmail.com. Conforme a divulgação, o valor será destinado à compra de medicamentos e equipamentos. As artes da campanha, porém, não informam prazo nem endereço para a entrega de doações físicas.
Começou em 2017 - A atuação da Fraternidade sem Fronteiras em Madagascar começou em 2017. Segundo a própria organização, ela é a única entidade que mantém trabalho contínuo no sul da ilha.
A região sofre com secas prolongadas e tempestades de areia, que destroem plantações, reduzem o acesso à água e contribuem para o avanço de doenças. A entidade afirma que há comunidades que recorrem ao consumo de cactos e gafanhotos diante da falta de alimentos.
Atualmente, o projeto informa manter 13 centros de acolhimento, atendendo mais de 16 mil pessoas. Também são distribuídas mais de 240 mil refeições por mês. A estrutura inclui 125 moradias construídas, duas escolas, uma clínica médica e um poço artesiano. Mais de 5,7 mil crianças já teriam passado por tratamento nutricional.
O maior centro é o Campo da Paz, localizado em Ambovombe. O espaço reúne escola, clínica médica, atendimento odontológico, cozinha, refeitório, banheiros secos, energia solar e cisternas para captação da água da chuva.
Receba as principais notícias do Estado pelo Whats. Clique aqui para acessar o canal do Campo Grande News e siga nossas redes sociais.


