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Cidades

Corpo de pesquisadora alemã permanece no Imol 5 dias após acidente aéreo

Família trata da documentação para liberação e traslado; caso segue sob investigação

Por Viviane Oliveira | 08/07/2026 13:46
Corpo de pesquisadora alemã permanece no Imol 5 dias após acidente aéreo
Pesquisadora alemã Lydia Möcklinghoff estudava a fauna brasileira e o comportamento de animais silvestres. (Foto: reprodução/Instagram))

O corpo da pesquisadora alemã Lydia Theresia Möcklinghoff, de 45 anos, permanece no Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal), em Campo Grande, 5 dias após o acidente aéreo que matou a cientista e o piloto Henrique Martin, na manhã da última sexta-feira (3). O Governo de Mato Grosso do Sul aguarda uma decisão da família para dar sequência aos procedimentos de liberação e traslado do corpo.

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O corpo da pesquisadora alemã Lydia Theresia Möcklinghoff, de 45 anos, permanece no Instituto de Medicina e Odontologia Legal de Campo Grande cinco dias após o acidente aéreo que a matou junto ao piloto Henrique Martin. A família já foi localizada e conduz os trâmites para liberação do corpo, enquanto o Consulado da Alemanha acompanha o processo. As causas da queda seguem sob investigação do Cenipa.

Segundo a Polícia Civil, todas as informações sobre o caso já foram repassadas ao Consulado da Alemanha, que mantém contato com os familiares para organizar a documentação necessária ao traslado. Procurado pela reportagem, o consulado informou que não divulga informações sobre cidadãos alemães.

Ao Campo Grande News, o diretor do Imol e perito médico-legista da Polícia Científica de Mato Grosso do Sul, Silvio Lemos, explicou que, nos casos em que uma pessoa identificada permanece no instituto sem o comparecimento de familiares ou responsáveis, são realizadas diligências para localizar e entrar em contato com a família.

Conforme o procedimento adotado pelo Imol, quando nenhum familiar ou responsável é localizado, o instituto aguarda o prazo de até 45 dias. Não havendo pendências administrativas ou legais, podem ser iniciadas as providências para o sepultamento. Segundo Lemos, a medida não é automática e cada caso é analisado individualmente.

No caso da pesquisadora alemã, entretanto, a família já foi localizada e conduz os trâmites legais e documentais necessários para a liberação do corpo. Enquanto esse processo não é concluído, Lydia permanece sob a guarda do Imol.

Lydia  morreu na queda de um avião de táxi aéreo ocorrida na manhã de sexta-feira (3), em uma área de vegetação na saída para Rochedo, em Campo Grande. O piloto da aeronave, Henrique Martin, também morreu no acidente. As causas da queda seguem sob investigação do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos).

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