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Cidades

Em dia com 23 sepultamentos por covid, vítima mais jovem morreu aos 35 anos

Em janeiro, covid mata 18 pessoas todo dia e contamina média de 965 em MS

Por Ângela Kempfer | 23/01/2021 10:06
Profissional afere temperatura em mulher no terminal de ônibus. (Foto: Arquivo)
Profissional afere temperatura em mulher no terminal de ônibus. (Foto: Arquivo)

Mato Grosso do Sul fecha a terceira semana epidemiológica do ano com números um pouco melhores que os de dezembro, mas segue em patamar alto de contaminações e mortes pela covid-19.

Boletim epidemiológico divulgado na manhã deste sábado pela Secretaria Estadual de Saúde, informa mais 23 óbitos em decorrência do coronavírus e 962 novos infectados no Estado. A vítima mais jovem viviam em Nioaque. Mulher de 35 anos tinha o diabetes como agravante.

Fazendo os cálculos, janeiro registra 22.211 infectados e 416 sepultamentos em apenas 23 dias. Na média, o avanço parece estabilizado. São 18,08 mortes ao dia, contra 18,7 da média de dezembro, e 965,6 testes positivos a cada 24 horas, contra 1.118 do mês passado.

No entanto ontem, a notícia de 31 óbitos reforçou que o controle da doença ainda parece muito distante.  A pandemia já infectou oficialmente 155.972 e matou 2.771 pessoas no Estado, quase metade delas, 44,8%, em Campo Grande, que hoje registrou mais 7 sepultamentos e soma 1.249 vítima fatais no total.

Neste sábado, 258 lutam pela vida em UTIs do Estado. Outras 548 estão internadas em leitos normais. Na Macrorregião de Campo Grande, 82% das Unidades de Terapia INtensiva estão lotadas. Houve um salto na ocupação de UTIs em Dourados, que chegou a 90%.

Em relação as mortes, 75,5% das vítimas tinham mais de 60 anos. Já a estatística de testes positivos comprava que o vírus circula mais graças a pessoas da faixa etária entre 20 e 39 anos, que são 44,1% dos infectados.


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