Hamilton Flandoli é eleito presidente do Crea-MS com 57% dos votos
Eleição também definiu representantes de Mato Grosso do Sul no Confea e na Mútua

O engenheiro agrônomo Hamilton Flandoli foi eleito, com 57,16% (1.253) dos votos apurados, presidente do Crea-MS (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso do Sul). O resultado da votação, realizada pela internet nesta sexta-feira (3), foi divulgado após o fechamento das urnas virtuais, às 18h.
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Hamilton Rondon Flandoli, engenheiro agrônomo, foi eleito presidente do Crea-MS com 57,16% dos votos. A votação, realizada pela internet na sexta-feira (3), contou com apenas 21,84% de participação dos 10.038 profissionais aptos. Domingos Sahib Neto ficou em segundo com 37,64%. O resultado ainda passará por homologação pelo Confea.
Hamilton sucederá a atual presidente, a engenheira agrimensora Vânia Abreu de Mello, em 1º de janeiro de 2027. O mandato seguirá até dezembro de 2030.
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Atualmente, o eleito atua como coordenador regional institucional do inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias) e reúne experiência em projetos agropecuários e ambientais, docência e extensão rural.
O engenheiro agrônomo também já ocupava espaço na estrutura ligada ao conselho. Em 2023, foi eleito diretor-geral da Mútua-MS (Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea) com 1.899 votos para o triênio de 2024 a 2026.
Na sequência do pleito, aparecem o engenheiro civil Domingos Sahib Neto, com 37,64% (825 votos), e o engenheiro de controle e automação e de segurança do trabalho Carlos Augusto Viveiros da Silva, com 5,20% (114).
Outros cargos - A eleição também definiu representantes de Mato Grosso do Sul no Confea (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia) e a nova diretoria regional da Mútua. Para conselheiro federal da modalidade industrial, a chapa formada pelo engenheiro mecânico Reginaldo Sousa, como titular, e pelo engenheiro de minas Valério Skovronski, como suplente, venceu com 1.014 votos. André Canuto e Marisa Moraes receberam 688 votos, enquanto Gleice Piovesan e Wellyngton Nando Gadonski somaram 410 votos.
Na Mútua, o engenheiro eletricista, eletrônico e de segurança do trabalho Fábio Cruz foi eleito diretor-geral com 1.124 votos. Ahmad Hassan Gebara recebeu 975. Para a diretoria administrativa, o engenheiro agrônomo Elói Panachuki venceu com 996 votos. Priscila Quevedo recebeu 855 e José Antônio Canuto dos Santos, 305. Na diretoria financeira, a engenheira civil Sueli Teixeira recebeu 1.867 votos e assumirá o cargo.
Por fim, na disputa nacional, o engenheiro de telecomunicações Vinicius Marchese foi reeleito presidente do Confea com 18.789 votos. Segundo a apuração divulgada, ele obteve 71% dos votos válidos. Joel Krüger recebeu 4.707 votos, Luiz Antonio Lucchesi, 1.928, e Henrique Leite Luduvice, 1.012.
Em números - A baixa participação marcou a eleição. Dos 10.038 profissionais habilitados em Mato Grosso do Sul, 2.274 votaram, o equivalente a 22,65%. Assim, 7.764 não participaram do processo, uma abstenção de 77,35%.
A abstenção superou a registrada na eleição de 2023. Naquele ano, 2.779 dos 9.515 profissionais aptos participaram do processo, índice de 29,21%. Desta vez, embora o número de eleitores habilitados tenha crescido em 523, o total de votantes caiu em 505.
O índice de participação em Mato Grosso do Sul ficou acima da média nacional. Em todo o país, 141.151 dos 748.594 profissionais habilitados votaram, participação de 18,86%.
A apuração desta sexta foi conduzida pela CEF (Comissão Eleitoral Federal) do Confea (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia). O resultado ainda passará por homologação, conforme o calendário eleitoral.

