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Cidades

Ministro da Educação se compromete com exigências de servidores públicos de MS

Ministro da Educação, Milton Ribeiro, recebeu os sindicalistas durante agenda em Dourados

Por Jhefferson Gamarra | 08/03/2021 14:51
Representantes do SINTSEP-MS durante encontro realizado na manhã desta segunda-feira (Foto: Divulgação)
Representantes do SINTSEP-MS durante encontro realizado na manhã desta segunda-feira (Foto: Divulgação)

Em agenda no HU-UFGD (Hospital Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados), na manhã desta segunda-feira (8), o Ministro da Educação Milton Ribeiro e o Presidente da EBSERH (Rede da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), vinculada ao Ministério da Educação, Oswaldo de Jesus Ferreira, receberam dos representantes do SINTSEP-MS (Sindicato dos Trabalhadores Públicos Federais em Mato Grosso do Sul), uma carta manifesto com as reivindicações dos trabalhadores.

No documento, profissionais da saúde reivindicam que seja retirado de pauta a proposta de redução salarial anunciada pela empresa, além disso pedem a manutenção da insalubridade e do acordo coletivo de trabalho que estava atrasado há um ano.

“Estamos vivendo um momento de pandemia e estamos na linha de frente, nos doando ao máximo nos atendimentos. Não podemos ter nossos salários reduzidos e nem direitos conquistados há anos sendo retirado”, afirma Wesley Cassio, secretário geral do SINTSEP-MS.

“De todas as frustrações que tivemos recentemente, a proposta de redução salarial foi bastante impactante, depois de tanta dedicação, não conseguimos entender tamanha desvalorização.

Excelentíssimo senhores, pedimos sua intervenção diante desta situação, gostaríamos de ser valorizados por nossa atuação, não merecemos nenhuma proposta de redução salarial ou similaridade, confiamos na sua capacidade de fazer justiça e agradecemos antecipadamente”, dizia trecho da carta entregue.

De acordo com a diretora regional sul, do SINTSEP-MS, Ana Paula Fonseca, as autoridades garantiram que as reivindicações da categoria seriam atendidas. “Nos deram a palavra que não mexeriam em nossos salários nem em nossa insalubridade, pois reconhecem que nosso trabalho é de grande importância para a qualidade no atendimento ao usuário e que um hospital não é formado somente por paredes, mas principalmente por de obra qualificada”, comemorou.


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