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Cidades

"Não podemos nos conformar com 15 mortes por dia", reforça adjunta da SES

A boa notícia é que ainda nesta semana a expectativa é de que a taxa de contágio cai para menos de 1.

Por Ângela Kempfer | 20/09/2020 10:54
Sepultamento de mulher em Campo Grande, vítima da covid-19. (Foto: Henrique Kawaminami)
Sepultamento de mulher em Campo Grande, vítima da covid-19. (Foto: Henrique Kawaminami)

Nos últimos 7 dias, quase 16 pessoas morreram por dia, vítimas do coronavírus em Mato Grosso do Sul. A média móvel de óbitos segue alta no Estado, com 15,29 sepultamentos a cada 24 horas. Há 9 semanas o topo da curva, chamado de platô, segue estável, mas bem alto.

"Não podemos nos conformar com a perda de 15 sul-mato-grossenses todos os dia", comentou a secretária-adjunta da SES (Secretaria Estadual de Saúde), Christianne Maymone.

A boa notícia é que ainda nesta semana a expectativa é de que a taxa de contágio cia para menos de 1. Hoje o índice é de 1.01, o menor de setembro.

Dados atualizados - Desde ontem, foram mais 10 óbitos, 5 em Campo Grande. Todos foram registrado entre 17 e 19 de setembro, com comorbidades associadas. As vítimas tinham entre 40 e 80 anos. Por pouco a Capital não atingiu a marca de 500 mortes. Atualmente são 498.

O Estado já teve mais de 800 casos diários de coronavírus. Hoje, essa média é de 681,5. "Mas ontem, tivemos uma bateria de exames da Capital que de 52 testes, 26 deram positivos. A positividade continua muito alta. Isso nos preocupa muito", reforçou a secretária-adjunta da SES.

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Neste domingo, são mais 382 infectados, no total de 63.848 confirmações. A taxa de letalidade continua há mesma há semanas: 1,8%. Por isso a recomendação é que a população procure uma unidade de saúde assim que apresentar algum sintoma da covid-19: dor de cabeça, coriza, dores pelo corpo ou febre.

A quantidade de pacientes internados é um dado positivo. Continua sob controle, menor de 500. São 475 internados e 225 em leitos de UTIs.

"A doença teve uma desaceleração, mas segue com índices bem altos. Não podemso achar que essa doença já está controlada", diz o secretário Geraldo Rezende.

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