PF combate grupo que movimenta 70 milhões e aposta no luxo para lavar dinheiro
Lista de bens da organização criminosa inclui ranchos, apartamentos e cavalos de raça

Com mandados em Campo Grande e Corumbá, operação liderada pela PF (Polícia Federal) de Minas Gerais combate grupo criminoso suspeito de movimentar R$ 70 milhões em valores sem lastro, nos últimos cinco anos.
RESUMO
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A Polícia Federal deflagrou a Operação Mens Occulta para desarticular uma organização criminosa que movimentou 70 milhões de reais sem lastro nos últimos cinco anos. O grupo, sediado em Uberlândia, utilizava empresas de fachada para lavar dinheiro do tráfico internacional de cocaína vinda da Bolívia. A ofensiva mobiliza 230 agentes para cumprir 49 mandados de busca e 25 prisões em Minas Gerais, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul, com foco na apreensão de bens de luxo e ativos financeiros.
Conforme a investigação da Operação Mens Occulta, eles utilizavam empresas de fachada para adquirir bens de luxo, como ranchos, apartamentos, cavalos de raça, embarcações e veículos.
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Os investigados poderão responder pelos crimes de tráfico internacional de drogas, de formação de organização criminosa e de lavagem de dinheiro.
Ao longo das investigações, em 11 flagrantes lavrados contra a organização criminosa, foram apreendidas cerca de 2,9 toneladas de cocaína, provenientes da região de Corumbá, na fronteira com a Bolívia. O grupo criminoso tem base em Uberlândia (MG).
São 49 mandados de busca e apreensão e 25 de prisão preventiva. Os policiais cumprem as ordens judiciais nas seguintes cidades: Uberlândia, Uberaba, Ituiutaba, Araguari, Centralina, Araporã e Belo Horizonte, em Minas Gerais; Cariacica, no Espírito Santo; Campo Grande e Corumbá, em Mato Grosso do Sul. Na Capital de MS, são quatro mandados de busca e apreensão.
A ofensiva conta com a participação de 230 policiais federais. A operação foi autorizada pela Subseção Judiciária de Uberlândia (Tribunal Regional Federal da 6ª Região).
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