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Cidades

Policia Civil rebate sindicalista sobre demora na perícia em celulares

Corporação refutou afirmação feita ao Campo Grande News que que aparelho está no Departamento de Inteligência

Por Marta Ferreira | 20/01/2021 17:38
Prédio da DGPC, onde fica o Departamento de Inteligência, que rebateu declaração de sindicalista ao Campo Grande News. (Foto: Arquivo/Campo Grande News)
Prédio da DGPC, onde fica o Departamento de Inteligência, que rebateu declaração de sindicalista ao Campo Grande News. (Foto: Arquivo/Campo Grande News)

O DIP (Departamento de Inteligência da Polícia Civil) rebateu na tarde desta quarta-feira (20) afirmação feita pelo presidente do presidente do Sinpof/MS (Sindicato dos Peritos Oficiais Forenses), Renato Oliveira, de que a divisão da Polícia Civil recebeu um novo aparelho de extração de dados de celular novo, enquanto o Instituto de Perícias Hélio Macellaro, onde são feitas as análises de todos as investigações no Estado, segue com dificuldades de fazer esse mesmo trabalho, por ter apenas uma máquina.

Também foi questionado pelo departamento o uso da palavra “bisbilhotagem”, pelo sindicalista na fala ao Campo Grande News, em reportagem revelando que a demora na perícia de celulares chegou a motivar, em processo por feminicídio, a abertura de procedimento pelo Gacep (Grupo de Atuação Especial de Controle Externo da Atividade Policial), unidade do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul).  No caso dessa ação, levou um ano.

Em resposta ao material, a Polícia Civil afirma que “não realiza bisbilhotagem da vida alheia por meio de extração de dados de celulares”.

O texto diz também que o setor não tem nenhum equipamento de extração de dados de celular, conforme noticiado

No texto, é feita a explanação de Departamento de Inteligência Policial tem entre suas missões produzir “conhecimento qualificado, através de ações especializadas, visando subsidiar as decisões no campo estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, bem como auxiliar as investigações das Unidades Policiais de todo o estado, nos níveis táticos e operacionais”.

 Na análise da corporação, as afirmações do presidente do Sinpof/MS  “demonstram falta de conhecimento, o despreparo e a ausência de compromisso com a verdade do emissor de tais alegações com as instituições”.

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