Preso na Bolívia, foragido ligado ao PCC é entregue à PF em Corumbá
Com documento falso em Santa Cruz, brasileiro era procurado por roubo e receptação em Minas Gerais
A Polícia Federal recebeu nesta sexta-feira (24), em Corumbá, o brasileiro Amaury de Sousa Rocha, de 39 anos, preso na Bolívia e procurado pela Justiça de Minas Gerais. Ele foi entregue por autoridades bolivianas após ação conjunta com a Interpol.
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Brasileiro foragido desde julho de 2025, Amaury de Sousa Rocha, 39 anos, foi preso na Bolívia e entregue à Polícia Federal em Corumbá. Condenado por tráfico, roubo e porte ilegal de arma, ele ainda tem mais de 20 anos de pena a cumprir. A prisão ocorreu em Santa Cruz de la Sierra após operação com a Interpol, quando apresentou documento falso. Autoridades bolivianas o apontam como membro do PCC.
Conforme o mandado de prisão expedido pela Vara de Execuções Criminais da Comarca de Ribeirão das Neves (MG), Amaury estava foragido desde 7 de julho de 2025, quando fugiu enquanto cumpria pena em regime semiaberto. Com a evasão, a Justiça determinou a regressão cautelar para o regime fechado.
O documento aponta que ainda restam 20 anos, 6 meses e 10 dias de pena a cumprir. Entre as condenações listadas estão tráfico de drogas, roubo e posse ilegal de arma de fogo.
Segundo a Polícia Federal, a prisão ocorreu em Santa Cruz de la Sierra, após troca de informações entre os dois países. Depois dos trâmites legais, ele foi levado até Corumbá e colocado à disposição da Justiça brasileira.
De acordo com o jornal boliviano El Deber, Amaury foi abordado durante operação policial de rotina na região de Los Tusequis, quando ocupava um veículo com vidros escurecidos. Durante a fiscalização, apresentou documento falso, o que levou a uma checagem mais detalhada.
Ainda conforme o veículo, após consulta aos sistemas internacionais, a identidade verdadeira foi confirmada e a prisão formalizada. O comandante departamental da polícia em Santa Cruz, David Gómez, afirmou ao jornal que o brasileiro era considerado um dos procurados pela Justiça do país vizinho e que seria expulso do território boliviano para entrega às autoridades brasileiras.
Autoridades bolivianas apontaram Amaury como integrante do PCC (Primeiro Comando da Capital), organização criminosa com atuação nacional e internacional.
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