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Cidades

Reforço faz mortes de idosos caírem, mas outros grupos só terão 3ª dose em 2022

A dose adicional tem sido aplicada a idosos desde agosto em Mato Grosso do Sul

Por Guilherme Correia | 15/10/2021 11:35
Vacina contra a covid-19 sendo aplicada em MS. (Foto: Kísie Ainoã)
Vacina contra a covid-19 sendo aplicada em MS. (Foto: Kísie Ainoã)

Desde que o Estado passou a aplicar a dose de reforço anticovid a determinados grupos que já tinham completado o primeiro ciclo vacinal, em meados de agosto, as mortes pela doença têm reduzido em todas as faixas etárias.

No entanto, a "terceira dose" só deverá se estender aos demais públicos no ano que vem. Vale lembrar que a indicação tem sido que o imunizante adicional seja aplicado a partir do 4º ou 6º mês, desde que a última vacina foi usada.

Com o avanço da vacinação dos mais jovens, considerados mais resistentes, além da redução de imunidade de idosos, o perfil mais comum de mortes vinha sendo, em média, da população mais velha. Agora, o cenário é de redução em todas as idades.

Segundo levantamento feito pela reportagem a partir de dados da SES (Secretaria Estadual de Saúde), pela primeira neste ano, vítimas de todas as faixas etárias estão reduzindo.

Ampliação da 3ª dose - De acordo com o presidente do comitê gestor do Prosseguir (Programa de Saúde e Segurança na Economia), Eduardo Riedel, Mato Grosso do Sul visa fazer busca ativa das pessoas que não receberam a segunda dose, assim como quem sequer tomou o primeiro imunizante.

Apesar disso, o titular da Infraestrutura do Estado afirmou que é possível abrir para "outros públicos" a dose adicional, popularmente conhecida como terceira dose, no próximo ano. Vale lembrar que, até agora, somente idosos, profissionais de saúde e pessoas com problemas imunológicos podem receber essa etapa da imunização.

Ainda assim, vale dizer que a cobertura vacinal com a dose adicional é diferente de acordo com a faixa etária. Segundo dados da SES, Cerca de 49% da população acima dos 80 anos recebeu a terceira dose. O índice varia entre as pessoas de 75 a 79 anos (79%), de 70 a 74 anos (47%), de 65 a 69 anos (65%) e de 60 a 64 anos (29%).

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