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Campo Grande, Terça-feira, 25 de Setembro de 2018

18/07/2018 10:53

“Tropa de elite” da Agepen assume parte das escoltas de presos

A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado nesta quarta-feira (18)

Geisy Garnes

A partir de hoje a Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) assume parte dos serviços de escolta a presos do sistema prisional de Mato Grosso do Sul, até então feito exclusivamente pela Polícia Militar. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado nesta quarta-feira (18).

Conforme a decisão, assinada pelo diretor-presidente da Agepen, Aud de Oliveira Chaves, as escoltas serão feitas por agente penitenciários do Cope (Comando de Operações Penitenciárias) - a “tropa de elite” da instituição.

Em virtude ao pouco efetivo, a substituição dos serviços de escolta da Polícia Militar será feita de forma gradativa. Os agentes serão responsáveis por parte da transferência de presos do regime fechado para outros presídios do Estado e também fora dele, de internos que receberam progressão ou regressão de regime e ainda escolta de internos de regime fechado para a Unidade Mista de Monitoramento Virtual Estadual.

Os agentes ainda poderão transportar os internos da Capital para o interior, fazer a escolta para o aeroporto, nas entregas e recebimentos de internos e ainda escoltas mediante autorização judicial para cartórios, bancos e videoconferência.

Cope - O Cope (Comando de Operações Penitenciárias), definido como “força de reação da Agepen”, é formada pelo GIT (Grupo de Intervenção Tática) e GTE (Grupo Tático de Escolta).

Enquanto o GIT ficará responsável pela manutenção de disciplina no ambiente prisional durante intervenções táticas, o GTE cuidará de escoltas entre cidades e fora de Mato Grosso do Sul e na vigília das muralhas de presídios em casos extraordinários, “quando em situações de crise observada a necessidade de reforço no efetivo regular”.

Os dois grupos são constituídos exclusivamente por agentes da área de Segurança e Custódia, e seus comandantes obrigatoriamente possuem experiência mínima de três anos em segurança penitenciária.

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TINHAM QUE ASSUMIR AS TORRES TAMBÉM SÓ QUEREM A PARTE BOA DO BOLO O ENROSCO NÃO QUEREM
 
Claudinei Braz de Lima em 18/07/2018 12:32:58
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