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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

28/04/2008 17:10

Apesar de ação na Colônia 90 presos continuam foragidos

Redação

Mesmo com as ações desencadeadas nos últimos dias na Colônia Penal de Campo Grande, pelo menos 90 presos que deveriam estar no semi-aberto não foram encontrados até agora. Ninguém sabe informar há quanto tempo eles estão foragidos e nem quantos são exatamente, mais uma mostra do descontrole em relação à unidade.

Com as transferências de presos da Colônia Penal Agrícola de Campo Grande para o presídio de Dois Irmãos do Buriti, a unidade penal ficou com 120 detentos, segundo divulgou hoje a Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública). Esses detentos são os que a administração tem certeza que trabalhavam, porque parte atua na obra de reforma do prédio, outra parte na Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) e uma terceira na prefeitura de Campo Grande. Nos últimos dois casos, como os empregadores buscam e levam os internos, não há evasão entre eles.

O número dos que ficaram equivale a apenas 26% dos 445 presos que estavam no local na sexta-feira, antes da transferências. Mesmo com esse total de detentos agora, o presídio ainda está com mais pessoas do que a capacidade original.

Instalada num prédio adaptado, onde antigamente funcionou um estábulo do Exército, a Colônia Penal deveria abrigar, pelo projeto original, apenas 80 detentos.

Com improvisações feitas, entre elas um galpão de trabalho que os presos transformaram em alojamento, ela comporta o total que tem hoje, após as transferências, segundo afirmou o presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários, Fernando Anunciação.

A Sejusp, mesmo consultada, demorou de sexta-feira até hoje para informar o números de presos na Colônia. De acordo com o presidente do Sindicato, a média de homens que oficialmente cumprem pena no local é próxima de 500, mas nunca todos são encontrados, porque uma parte sai irregularmente.

Essas saídas, algumas delas com a conivência dos diretores anteriores do presídio, foram motivo de uma investigação, que resultou na prisão de dois ex-diretores do presídio e de três agentes penitenciários.

Novas regras - O novo diretor, Francisco Icassati, reuniu os presos hoje, e, segundo informou ao Campo Grande News, explicou a eles que, daqui para frente, as coisas mudam. O presídio é foco de problemas para atual administração desde o início do ano passado. Já ganhou até apelido de

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