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Campo Grande, Sexta-feira, 21 de Setembro de 2018

28/06/2018 11:57

Assaltante alvo de operação em Ponta Porã não é encontrado

A ação foi desencadeada na manhã desta quinta-feira (28) para prender acusados de participação em assalto à empresa

Viviane Oliveira
Homem preso em Araçatuba durante a Operação Homem de Ferro (Foto: Reprodução/TV TEM)Homem preso em Araçatuba durante a Operação Homem de Ferro (Foto: Reprodução/TV TEM)

Um dos assaltantes alvos da Operação Homem de Ferro da Polícia de São Paulo não foi localizado em Ponta Porã, distante 323 quilômetros de Campo Grande. Também não foram cumpridos os seis mandados de busca e apreensão nos endereços indicados pela equipe policial.

A ação foi desencadeada na manhã desta quinta-feira (28) para prender acusados de participação em assalto à empresa de transporte de Valores Protege registrado no dia 16 de outubro do ano passado, em Araçatuba (SP).

Conforme o delegado do Defron (Delegacia de Repressão aos Crimes de Fronteira) em Dourados, João Alves de Queiroz, que deu apoio à operação, a pessoa não foi localizado e nenhum material relacionado ao roubo. “Agora vamos fazer um relatório e encaminhar ao delegado responsável pela operação”, disse.

A operação aconteceu simultaneamente também em Araçatuba, São Paulo, grande São Paulo, região de Campinas, Piracicaba, Rio Claro, Presidente Prudente e em cidades de Goiás, Piauí e Minas Gerais. Também foram cumpridos mandados em penitenciárias. A operação ganhou esse nome por causa do super herói e também por causa do policial civil morto que se chamava André Luís Ferro da Silva. 

Caso - Durante o assalto à Protege, uma quadrilha explodiu parte do prédio da empresa e roubou aproximadamente R$ 10 milhões. Para cometer o crime, os criminosos cercaram o batalhão do CPI-10 (Comando de Policiamento do Interior) com dois caminhões que foram incendiados para impedir a saída das viaturas.

Com um arsenal de guerra, os bandidos atiraram contra os policiais. Também houve bloqueio na rodovia Marechal Rondon (SP-300) e um policial civil foi morto a tiros durante a ação criminosa.

Em dezembro do ano passado, cinco brasileiros foram presos em Pedro Juan Caballero, divisa com Ponta Porã, após uma troca de tiros com a polícia paraguaia. Os suspeitos seriam integrantes do PCC e teriam participado do assalto à empresa de valores.

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