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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

25/01/2016 15:04

"Uma tragédia", diz sogro de rapaz morto após reagir a assalto na Capital

Velório está previsto para iniciar às 18h, em Aquidauana

Bianca Bianchi
Carlos Guilherme dos Santos Bertoldo (foto Facebook)Carlos Guilherme dos Santos Bertoldo (foto Facebook)

"Uma tragédia". As poucas palavras de "seu Ademir" refletem o estado da família de Carlos Guilherme dos Santos Bertoldo, 30 anos, de quem ele é sogro. O rapaz morreu ao reagir a um assalto na noite de domingo (24) na Avenida Duque de Caxias, próximo ao Aeroporto Internacional de Campo Grande.

Os familiares não querem falar no assunto. O próprio Ademir justifica que, além do trauma em si, o silêncio é para preservar o filho de Carlos Guilherme, de 6 anos.

Até o fechamento deste texto, o corpo do técnico em pecuária estava sendo transportado para Aquidauana, distante 140 km da capital, onde reside a família dele. De acordo com a Pax Universal, funerária responsável pelo translado, a previsão é que o velório comece às 18h. O horário do sepultamento não foi informado.

Caso - Segundo as informações policiais, Carlos reagiu a um assalto na Avenida Duque de Caxias, esquina com a Rua Capibaribe, próximo ao Aeroporto Internacional, região oeste da Capital. Testemunhas informaram que quatro homens em duas motocicletas pararam próximo ao local, dois passageiros desceram e foram em direção à vítima, que estava em seu veículo FiatStrada branco, placas de Aquidauana, em um ponto de ônibus.

Os dois homens teriam fugido a pé e a vítima os teria perseguido com uma faca, quando foram feitos quatro disparos. Carlos foi atingido por um dos disparos no peito esquerdo, na altura do coração. A vítima foi socorrida pelo Samu e levada à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da Vila Almeida, onde já chegou sem vida. O caso está sendo investigado pela Derf (Delegacia de Roubos e Furtos).



As leis devem ser revistas, principalmente no latrocínio, onde deveria ter prisão perpétua sem direito à fiança. Endurecendo as penas, com certeza diminuiriam estes assassinatos.
 
Edson Navarini em 25/01/2016 20:12:06
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