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Campo Grande, Terça-feira, 22 de Outubro de 2019

26/04/2019 16:59

A 4 dias do fim do prazo, só 20% dos grandes geradores coletam próprio lixo

A partir da próxima quarta-feira (1°), a Prefeitura encerrará a coleta das empresas e órgãos

Fernanda Palheta
Empresas e órgãos que ainda não se cadastraram têm até a próxima quarta-feira (1°) para apresentar o PGRS (Foto: Arquivo)Empresas e órgãos que ainda não se cadastraram têm até a próxima quarta-feira (1°) para apresentar o PGRS (Foto: Arquivo)

A quatro dias para o fim da coleta realizada pela Prefeitura de Campo Grande de resíduos sólidos de grandes geradores de lixo, apenas 20% dos 625 estabelecimentos e órgão enquadrados na legislação se cadastraram e já estão realizando as próprias coletas. As cerca de 500 empresas e órgãos que ainda não se cadastraram têm até a próxima quarta-feira (1°) para apresentar o PGRS (Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos).

“A legislação está clara e o município assegurou um período de transição. Agora termina o prazo e as empresas estão cientes que precisam se cadastrar e apresentar os documentos a Semadur”, afirma secretário municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, Luiz Eduardo Costa. Os estabelecimentos comerciais e industriais, instituições, prestadores de serviços, terminais rodoviários e aeroportuários, cujo volume de resíduos sólidos ultrapasse os 200 litros ou 50 kg diários já foram notificados desde setembro do ano passado.

A partir da próxima quarta-feira, a Prefeitura inicia a fiscalização da coleta. “Será avaliado se o grande gerador possui contrato com algum prestador cadastrado no Município e se já apresentou à Semadur o seu Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos e realiza a correta destinação, tendo em vista que o acumulo dos resíduos nas vias públicas e o despejo irregular são infrações previstas na legislação municipal”, informa em nota.

Quem não se cadastrar e desobedecer a legislação, será autuado em valores entre R$ 1.898,22 e R$ 7.592,88. Em caso de reincidência, a multa poderá chegar ao dobro e a atividade empresarial pode ser interditada.

O titular da Semador aponta que a mudança também refletirá nas ponta do processo da destinação do lixo. “Vai ser muito importante para a cidade vamos fomentar as cadeias de reciclagem, as cadeias de reuso, além de profissionalizar essas importantes cadeias da cidade”, afirma Costa.

Em nota, a Prefeitura ainda destaca que implantação do plano de gerenciamento de resíduos trará benefícios ambientais. “Isso resultará na melhor segregação dos resíduos gerados pelos estabelecimentos, já que cada grande gerador dará a correta destinação a cada tipo de resíduo, assim agregando valor ao descarte correto e melhorando a eficiência desses resíduos. Consequentemente diminuindo a quantidade de resíduos que iriam para o Aterro e agora terão uma nova destinação, além da conscientizando ambiental que será praticada por todos os envolvidos”, aponta.

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