Prefeita vai divulgar primeiro relatório sobre intervenção à Câmara
Prestação de contas do que foi apurado até agora chegou à Adriane Lopes na terça-feira

A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP), informou esta manhã que os vereadores receberão na segunda-feira o relatório dos primeiros apontamentos feitos pelos integrantes da intervenção no transporte coletivo de Campo Grande.
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A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes, anunciou que o relatório inicial da intervenção no transporte coletivo será enviado aos vereadores na próxima segunda-feira. O documento, que integra uma ação popular, detalha o diagnóstico dos primeiros dias de trabalho do grupo nomeado em junho. A medida busca solucionar conflitos contratuais entre a prefeitura e o Consórcio Guaicurus. A intervenção durará 180 dias e analisa dados contábeis e de gestão para melhorar os serviços na capital.
Ela se reuniu com os membros e recebeu o documento no começo da semana, e ele também deverá ser anexado à ação popular na qual foi determinada a atuação da prefeitura para melhorar a qualidade dos serviços na Capital.
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Esta manhã, após lançar um mutirão de serviços de saúde do programa Vira CG, na Maternidade Cândido Mariano, a prefeita informou que o que foi apurado até agora será divulgado para conhecimento público, “mostrando o trabalho realizado nesses primeiros dias de intervenção.”
Adriane não comentou quais poderiam ser os desdobramentos da ação da equipe, como eventual renovação de frota, sustentando que as soluções serão sugeridas a partir do trabalho do grupo. A intervenção foi decretada em 16 de junho, após a formação de um grupo de trabalho, seguindo determinação judicial.
O trabalho deverá durar 180 dias e, ao final, produzir um documento baseado no diagnóstico da concessão na Capital, que será entregue ao Consórcio Guaicurus. Tanto a concessionária quanto a prefeitura alegam descumprimento do contrato, seja pela falta de investimentos, seja pelo desequilíbrio financeiro.
Há ações tramitando na Justiça sobre reajuste da tarifa e necessidade de revisão periódica, um termo de ajustamento firmado no TCE-MS (Tribunal de Contas do Estado) e um longo relatório da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Câmara de Vereadores. Todos esses documentos, bem como dados contábeis e de gestão das empresas, estão sob análise dos interventores.

