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Ainda em fase de testes, Procon instala detector de metais na entrada do prédio

Cedido por dois anos, o equipamento de segurança foi emprestado pela Polícia Penal Federal

Mylena Fraiha | 03/09/2023 09:18
Fachada do Procon, na Rua 13 de junho, em Campo Grande (Foto: Arquivo/Campo Grande News)
Fachada do Procon, na Rua 13 de junho, em Campo Grande (Foto: Arquivo/Campo Grande News)

A sede do Procon (Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor), localizada na Rua 13 de Junho, região central de Campo Grande, está em processo de instalação de detectores de metais na entrada do edifício. As medidas foram implementadas após o caso de assassinato ocorrido em fevereiro deste ano durante uma audiência de conciliação.

De acordo com a assessoria do órgão, a Polícia Penal Federal irá emprestar ao longo de dois anos um pórtico detector de metais. Este equipamento está atualmente em fase de teste e aguarda a publicação de regulamentações para os procedimentos de acesso ao edifício.

Conforme comunicado pela assessoria do Procon, nos últimos dois meses, a instituição adotou medidas para aprimorar a segurança em sua sede na capital, incluindo a presença de policiais militares durante o horário de atendimento, com o propósito de assegurar a proteção do local e de todos os que o frequentam.

Agentes do Garras e do Corpo de Bombeiro em frente ao prédio do Procon, após morte de empresário a tiros (Foto: Bruna Marques)
Agentes do Garras e do Corpo de Bombeiro em frente ao prédio do Procon, após morte de empresário a tiros (Foto: Bruna Marques)

O caso - O incidente que motivou a implementação dessas medidas ocorreu em 2 de fevereiro deste ano, quando um subtenente aposentado tirou a vida do empresário Antônio Caetano de Carvalho, de 67 anos, durante uma audiência de conciliação realizada nas instalações do Procon.

Conforme noticiado pelo Campo Grande News, foram disparados pelo menos três tiros, sendo que o homem foi morto com um tiro na cabeça. A informação é que o homem de 67 anos era um fornecedor de serviço e o atirador um cliente.

A morte foi desencadeada por uma disputa relacionada à garantia do motor de uma caminhonete, avaliada em R$ 630.

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