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Campo Grande, Domingo, 21 de Abril de 2019

20/03/2019 10:32

Alunos causam correria com lança-chamas dentro de escola

Adolescentes foram levados à Delegacia Especializada de Atendimento à Infância e Juventude

Danielle Valentim
Alunos tentaram por fogo em cortinas. (Foto: Divulgação/PM)Alunos tentaram por fogo em cortinas. (Foto: Divulgação/PM)
Dois participaram ativamente no atentado. (Foto: Divulgação/PM)Dois participaram ativamente no atentado. (Foto: Divulgação/PM)

Quatro alunos do 1º ano do Ensino Médio levaram isqueiros e desodorante aerosol na tentativa de produzir um “lança-chamas” artesanal. Equipe do 1º Batalhão de Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência na Escola Estadual Joaquim Murtinho, no Centro de Campo Grande, na tarde desta terça-feira (19). 

A ação ocorreu às 11h35 da manhã, quase no fim do período de aula matutino, e causou correria e pânico na unidade, conforme detalha o Boletim de Ocorrência. Dois dos adolescentes envolvidos diretamente no caso foram levados para a DEAIJ (Delegacia Especializada de Atendimento à Infância e Juventude). Como o incêndio não foi concretizado, o caso foi registrado como "perigo para a vida ou saúde de outrem". A dupla foi contida rapidamente e os responsáveis pelos alunos comunicados. 

A direção da Escola Joaquim Murtinho informou que não pode comentar o caso.  O Campo Grande News também questionou a assessoria de imprensa da SED (Secretaria Estadual de Educação) sobre o ocorrido e quais procedimentos devem ser adotados em relação aos alunos. 

Segundo a secretaria, o lança-chamas não "gerou ferimentos aos adolescentes ou prejuízos físicos para a unidade escolar". Os 2 estudantes que manuseavam o lança-chamas foram suspensos e outros dois, que participaram indiretamente do caso, entraram em processo de transferência, "por opção dos pais", informa a SED.

O Massacre – No dia 13 de março de 2019, a Escola Estadual Professor Raul Brasil no município de Suzano, em São Paulo foi palco de um massacre. A dupla de atiradores Guilherme Taucci Monteiro e Luiz Henrique de Castro, ambos ex-alunos, mataram cinco estudantes e duas funcionárias da escola.



Ação enérgica e punição exemplar sem dar notoriedade a esses criminosos
 
Adriano Magalhães em 26/03/2019 10:23:40
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