Após 4 horas, trecho da BR onde caminhão-tanque tombou é parcialmente liberado
Fluxo ainda segue restrito na BR-060, que dá acesso a Sidrolândia

Após quatro horas de interdição, parte do trecho que dá acesso a Sidrolândia e Terenos foi liberada para o trânsito de veículos. O ponto onde ocorre o encontro das BRs 262 e 060 estava bloqueado desde as 12h, após o tombamento de um caminhão-tanque provocar o derramamento de etanol na pista.
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Conforme acompanhou o Campo Grande News, por volta das 16h foi liberado o tráfego para quem segue pela BR-262 em direção à BR-163. Já os veículos que estão na BR-060, no sentido de acesso a Campo Grande, ainda permanecem parados.
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O processo de limpeza da pista já é realizado pelo Corpo de Bombeiros. Um guincho também está no local para iniciar o destombamento do caminhão-tanque, etapa necessária para a liberação total do trânsito.
Enquanto isso, o fluxo de pedestres pela BR-060 é intenso, formado principalmente por trabalhadores da JBS que saem ou seguem para a empresa. Entre eles está Bruna Mendonça, de 32 anos, que havia ido ao frigorífico pouco depois do acidente para participar de um processo seletivo. Ela e outras duas mulheres conseguiram chegar ao local, mas precisaram retornar a pé.

“Conseguimos passar para ir e o caminhão já estava tombado, mas, quando acabou, tentei chamar um motorista de aplicativo e ninguém aceitava. O ônibus da empresa também não conseguiu passar. Viemos a pé, fiquei até com calo”, relatou.
Fernanda Guerardi, de 29 anos, que acompanhava Bruna, mora no Parque do Sol e também decidiu seguir caminhando. “Eu moro perto, mas precisei avisar a minha família para não ficarem preocupados por eu estar vindo a pé pela BR”, disse.
Já Leandra Maciel, de 26 anos, que vive na região do Jardim Aeroporto, ainda buscava uma alternativa para voltar para casa. “Não conheço nada por aqui. Ainda não sei como vou fazer para voltar. Vou tentar chegar a um ponto de ônibus”, afirmou.
No caso de Christopher Leandro, de 24 anos, a solução foi caminhar até um trecho já liberado para conseguir ajuda da família. “Já estou acostumado com a caminhada, já fiz esse percurso antes. Foi mais o tempo de ligar para alguém vir me buscar”, contou.
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