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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

01/11/2013 17:42

Após 4 meses de entraves, instituição ganha aval para executar obras milionárias

Bruno Chaves

Depois de quatro meses de entraves e burocracias, a Fecomércio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso do Sul) conseguiu aval da Prefeitura de Campo Grande para iniciar duas obras do Senac (Serviço Nacional do Comércio) na cidade, com investimentos iniciais de R$ 45 milhões. Agora o tramite é interno e as obras devem começar no primeiro semestre de 2014.

A federação anunciou que pretende investir R$ 30 milhões na construção de um prédio próprio para o Senac, onde funciona o atual estacionamento da instituição – esquina das ruas 26 de Agosto e Francisco Cândido Xavier.

O segundo projeto é o da Escola de Gastronomia do Senac, que deve receber investimento de R$ 15 milhões e ser construído no cruzamento das ruas Antônio Maria Coelho e Espírito Santo, no Jardim dos Estados. Os prédios devem ser levantados em dois anos a partir do início das obras.

De acordo com a coordenadora de marketing da Fecomércio/MS, Núbia Lima, até setembro de 2013 a entidade tinha problemas com a prefeitura, que retardava o processo de liberação do projeto. A espera durou mais de quatro meses quando a situação foi resolvida.

“Por ‘n’ situações que desconhecemos os entraves ocorreram até setembro desse ano. A prefeitura já deu tramitação e agora está conosco, em um processo administrativo interno. Não temos mais nenhum atravanco com por parte do Executivo Municipal e as obras devem começar no primeiro semestre de 2014”, conta.

Prejuízos – Em setembro, o presidente da Fecomércio/MS, Edison Araújo, relatou os prejuízos enfrentados pela instituição por causa da demora na liberação dos documentos das obras. Em decorrência dos entraves burocráticos, a Fecomércio foi obrigada a alugar dois prédios para ampliar a oferta de cursos do Senac na Capital.

Edison Araújo, na época, comentou que o gasto com aluguel por mês é de R$ 40 mil. De acordo com ele, a Fecomércio acaba tendo prejuízo, porque poderia investir o dinheiro despendido com o aluguel em outros projetos.

Além disso, para ele, a população também perde, já que poderia se qualificar para obter empregos melhores e que exigem melhor qualificação. Empresas também perdem, porque bares, restaurantes e lanchonetes não contam com pessoal qualificado para atender a demanda na Capital.

Expansão – Ainda conforme Núbia, a Fecomércio está ampliando as dependências do Senac para atender e melhorar a qualificação profissional e a qualidade de vida do cidadão sul-mato-grossense.

Além de obras de expansão na Capital, a instituição tem projetos nas cidades de Aquidauana, Corumbá, Ponta Porã, Naviraí, Três Lagoas e outras. “O objetivo é levar condições para a qualificação das pessoas”, afirma.

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