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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

27/08/2011 09:50

Após morte, sindicato quer que viaturas abordem táxis na madrugada

Aline dos Santos
Táxi foi encontrado no Jardim Nascente do Segredo. (Foto: Simão Nogueira)Táxi foi encontrado no Jardim Nascente do Segredo. (Foto: Simão Nogueira)

Após o assassinato de um taxista ontem na saída de um show, o Sintáxi (Sindicato dos Taxistas) quer maior fiscalização nos veículos durante a noite e madrugada. “Que a viatura da PM (Polícia Militar) pare o táxi de madrugada. Dê uma olhada”, afirma o presidente do sindicato, João Santana.

De acordo com ele, algumas medidas são tomadas para que o profissional que trabalha na rua não fique tão exposto. “Para ser taxista tem que fazer um curso com carga horária de 72 horas no Sest/Senat. Tem aula com a Polícia Militar sobre prevenção a roubos”, salienta.

O taxista é orientado a não reagir e entregar o dinheiro. Segundo Santana, o crime mais comum é ser alvo de ladrões em busca de dinheiro para comprar drogas. “São pequenos assaltos. Viciados em busca de dinheiro. Eles roubam e logo saem do veículo”, relata. O Sintáxi não tem estatística própria sobre crimes contra a categoria, mas o presidente afirma que o número é pequeno. “São poucos, insignificante”.

O taxista Daniel Manoel Dudu foi encontrado baleado na manhã de ontem, no Jardim Nascente do Segredo, após fazer corrida para um casal na saída de um show, realizado no estádio Morenão. Ele chegou a ser socorrido, mas morreu na Santa Casa de Campo Grande.

Uma adolescente foi apreendida. Ela contou que estava com o namorado Wesley Oliveira dos Santos, de 18 anos. A corrida deu R$ 60 e eles não tinham dinheiro para pagar, desencadeando a discussão que terminou com os disparos. Wesley está foragido.

“Tem que prender ele para saber o que de fato aconteceu. Eu acredito que tenha sido um roubo mesmo”, afirma João Santana.

Durante a corrida, o taxista não passou nenhuma mensagem pelo rádio relatando estar em situação de risco. Daniel trabalhava como taxista há mais de 25 anos.

“Quem pode imaginar que um casal de jovens vai fazer isso. Ou que alguém vai armado para um show com tantas pessoas”, questiona.



Sou esposa de taxista ,e meu marido trabalha na praça há mais de 35 anos,durante estes anos ele ja foi assaltado inclusive com uma tentativa de latrocínio,deixando toda família em pânico,resultado este,que logo em seguida ele infartou, mas ,hoje está bem graças a Deus;pois é na dependêcia de Deus que ele sai para trabalhar todos os dias,porque as autoridades competentes nada fizeram,até hoje não conseguiram identificar o cidadão que tentou matar meu marido,há de ter um meio para melhorar ou pelo menos haver condições de se exercer esta profissão que é tão honrosa,necessária e ajuda no desenvolvimento de uma cidade,sem que haja tantas mortes e insegurança.precisa de uma solução,e não se trata de fazer leis,basta apenas cumprir as que fazem parte da legislação.todo cidadão é digno de seu trabalho e precisa de segurança para exerce-lo
 
Aparecida Dutra Rocha em 29/08/2011 10:27:03
Porque não Fazem uma Lei para os taxistas da seguinte forma, depois das 22 horas até as 6:00 da manha todos os usuários tem que ser identificado e repassado todas as informações tipo, nome completo, Rg e destino da corrida para a central. Penso eu que desta forma o criminoso não praticaria mais esse delito.
 
Edson Palombo em 27/08/2011 10:16:12
Eu sou primo do DUDU, e estou completamente revoltado com a situação, pois o meu primo nunca gostava de trabalhar no turno da noite, por ser vulnerável de mais e sem segurança para o motorista, mas neste dia parece que estava sendo avisado, pois no turno do dia quase não teve corrida, então resolveu fazer o turno da noite devido a virada do aniversário e o show do duelo de gigantes, por que no sabado de dia ele tinha combinado com seu filho Breno de 7 anos, que iriam juntos na casa de sua filha mais velha passar o dia, em uma reunião familiar com as filhas e os filhos, e até agora o seu filho de 7 anos esta esperando esta reunião, imagina um pai que quando estava de serviço ligava para sua casa, esposa e filho dizendo que estava trabalhando três ou quatro vezes por dia em seu turno de serviço, saiu para trabalhar e voltou dentro de um caixão, isso revolta.
 
Luiz Carlos em 27/08/2011 10:04:41
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