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Campo Grande, Quarta-feira, 24 de Abril de 2019

25/03/2019 15:52

Câmara diz que vai acompanhar pedreiros para fiscalizar obras na 14

Proposta da criação de Comissão será apresentada nesta terça-feira (25)

Danielle Valentim
Discussão para encontrar solução contou a presença dos vereadores Vinícius Siqueira (DEM), Wellington de Oliveira (PSDB), Elias Longo Júnior (PSDB) e Epaminondas Vicente Neto (SD). (Foto: Paulo Francis)Discussão para encontrar solução contou a presença dos vereadores Vinícius Siqueira (DEM), Wellington de Oliveira (PSDB), Elias Longo Júnior (PSDB) e Epaminondas Vicente Neto (SD). (Foto: Paulo Francis)

Reunião entre vereadores, comerciantes e CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas) de Campo Grande, nesta segunda-feira (25), decidiu pela criação da “Comissão de Acompanhamento Técnico e Jurídico das Obras da Rua 14 de Julho”. Entre iniciativas pontuadas pelos parlamentares está a visita aos canteiros de obras.

A discussão para encontrar solução contou a presença dos vereadores Vinícius Siqueira (DEM), Wellington de Oliveira (PSDB), Elias Longo Júnior (PSDB) e Epaminondas Vicente Neto (SD).

Enquanto ouviam os comerciantes, os vereadores comentaram sobre as sugestões propostas. No caso da publicidade, Vinicius Siqueira lembrou que verba pública não pode ser usada para divulgar loja, ou seja, se o plano de mídias proposto pela CDL não estiver no contrato, não poderá entrar em vigor. “Tem de ser dentro do dinheiro da obra”, frisou.

O Plano de Mídias proposto por Adelaido será finalizado na quarta-feira (27), com valores.

Em meio ao debate, Epaminondas sugeriu montar uma comissão nos moldes da Cosip: detalhada. Amanhã em plenário, a proposta da comissão será apresentada aos demais vereadores.  “Comentei com os colegas que tem tido muito sucesso [a Cosip] e comentei que é uma ferramenta importante. É muito extenso o trabalho”, disse.

“Mesmo que consigamos sanar esses problemas dos comerciantes temos a responsabilidade de fiscalizar a qualidade da obra e isso vai até o final dos trabalhos. Tem tudo para ser uma longa fiscalização”, completou Júnior Longo.

Iniciativa – O vereador Junior Longo pontuou que uma das primeiras iniciativas da Comissão, caso seja aprovada, é o de marcar uma visita com comerciantes, engenheiros para visitar a obra e descobrir os “por quês”.

“Por exemplo, saber por que um buraco foi reaberto e tirar outras dúvidas. A questão é de acompanhar a obra. Chamar o pessoal da Engepar. Ninguém é contra a obra. A gente quer a possibilidade a ajudar o comércio. Porque de fato todos desviam do centro. Porque na cabeça da população está todo fechado. Também temos que acompanhar se está sendo fechado”, disse Júnior Longo.

Pedido de apoio – Os vereadores lembraram que durante as obras da Avenida Brilhante, duas reuniões foram feitas com a prefeitura e apenas um comerciante compareceu. Os vereadores cobraram apoio para esta nova etapa de fiscalizações.

Vinícius Siqueira pontuou que a ideia é uma Comissão de fiscalização, mas não descarta a mudança para uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito).

“Partimos do princípio de que se trata de uma obra correta. Nada impede de que se houver irregulares se transforme em uma comissão de inquérito. A gente torce para que tudo acabe bem e com o Centro mais bonito”, disse Siqueira.

“Vamos trabalhar objetivos em curto prazo e ao fim apresentar um relatório, com proposta até de legislação. Mas agora resolver a questão de limpeza, do contra turno, estacionamento e questão da publicidade”, finalizou Epaminondas.

Principais reclamações -
Além da sujeira, comerciantes reclamam da qualidade da obra. Comerciantes pontuam a impossibilidade da aproximação de clientes e pedem que prefeitura responda as perguntas dos lojistas com mais clareza.

“A gente sabe que é possível a obra ser entregue mais limpa ao fim do dia. Queremos que os vereadores nos ajude no sentido de questionar a prefeitura sobre a limpeza, sobre os meios de que os consumidores cheguem a loja, a questão de publicidade, e a terceira da abertura de uma comissão”, disse.

“Existe questionamento com relação a técnica da obra. O empresário não é técnico, mas viu que buracos estão sendo abertos, fechados e depois reabertos. Algumas pessoas também questionam se a qualidade prevista está sendo cumprida. Com a comissão vamos dar robustez e legalidade aos pedidos dos comerciantes”, completou Papy.



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