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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

21/03/2014 10:30

Caminhada e música celebram o dia e marcam a luta contra o preconceito

Aliny Mary Dias
Ana Beatriz e Mariane estudam na mesma sala, mas uma delas não tem Down (Foto: Cleber Gellio)Ana Beatriz e Mariane estudam na mesma sala, mas uma delas não tem Down (Foto: Cleber Gellio)

Em comemoração ao Dia Internacional da Síndrome de Down, cerca de 500 pessoas se reuniram na Praça Ary Coelho e percorreram ruas do Centro em uma caminhada contra o preconceito e por direitos iguais para os campo-grandenses com a doença. A banda da sociedade acompanhou todo o trajeto e animou quem passava pelas ruas do Centro.

Organizada pela Sociedade Educacional Juliano Varela, pais, amigos e os alunos do instituto percorreram a Rua 14 de Julho, a Barão do Rio Branco e a Avenida Afonso Pena. A presidente da sociedade, Maria Lúcia Fernandes, conta que um dos objetivos da ação é mostrar para população que todos downs podem exercer funções normais.

“Esse ano estamos com um objetivo muito grande que é a construção da nossa sede própria na Avenida Marquês de Pombal. Já estamos erguendo o prédio e contando com a colaboração da sociedade e doações”, conta Maria Lúcia.

Mãe de uma pequena de 3 anos, Rita Cássia Cavalari, 32 anos, conta que a filha Mariane frequenta a sociedade desde os nove meses e os resultados no desenvolvimento da criança são notáveis.

“Nós não temos dificuldade com ela, ela se relaciona muito bem e toda a família quer o melhor para ela”, diz a mãe que tem outros dois filhos sem a doença e enfrenta a rotina que a Mariane exige.

Caminhada foi ao som de música da banda da Sociedade (Foto: Cleber Gellio)Caminhada foi ao som de música da banda da Sociedade (Foto: Cleber Gellio)
Pais e amigos de pessoas com Down participaram da caminhada (Foto: Cleber Gellio)Pais e amigos de pessoas com Down participaram da caminhada (Foto: Cleber Gellio)

Outra família que tem a atenção voltada para uma criança especial é a do João Rocha, pai de um menino de 1 ano e 2 meses com down. “Ele vai três vezes por semana na escola e o trabalho deles é fantástico. Sobre o futuro, ele que vai decidir, mas nós queremos que ele se desenvolva muito bem”, conta.

Entre as centenas de crianças, adolescentes, pais, professores e amigos. A jornalista Aline Kraemer, 34 anos, destaca-se pela atitude contra o preconceito. Ela é mãe da Ana Beatriz de 1 ano e 10 meses que não tem síndrome de down, mas estuda junto com outras 7 crianças com a doença.

“Eu conhecia o trabalho do Juliano Varela e resolvi colocar minha filha lá para que ela tenha uma experiência de vida. É uma escola com ensino normal até os quatro anos e além de ser bom para minha filha, é uma ótima oportunidade para a interação dos downs com a sociedade”, conta Aline.

O encerramento da 3ª Caminhada Mundial ocorreu na Praça Ary Coelho com rodas de capoeiras e a banda da Sociedade Juliano Varela.

Maria Lúcia é a fundadora da entidade que atende 182 pessoas com Down na CapitalMaria Lúcia é a fundadora da entidade que atende 182 pessoas com Down na Capital
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Olá... Gostaria que o Campo Grande News verificasse com cuidado o que escreve pois a síndrome de Down NÃO É UMA DOENÇA É UM ACIDENTE CROMOSSÔMICO, foi colocado duas vezes a mesma palavra no texto, informações corretas dão credibilidade na reportagem além de esclarecer àqueles que não compreendem o que é a síndrome.
Tenho um filho de 5 anos que tem síndrome de Down (meu anjo, minha vida) e que estuda no Juliano Varela, participamos pela primeira vez da caminhada e foi gratificante mostrar que eles podem ter uma vida normal se lhes dão a devida ajuda e oportunidade.
 
Andrea Chagas Caetano em 21/03/2014 16:04:20
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