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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

22/05/2014 08:57

Casas de invasores são demolidas e famílias choram no Parque do Lagoa

Edivaldo Bitencourt e Zana Zaidan
Patrola destrói casa construída em casa construída em área invadida (Foto: Marcos Ermínio)Patrola destrói casa construída em casa construída em área invadida (Foto: Marcos Ermínio)
Raquel chorou quando viu a casa da comadre ser destruída (Foto: Marcos Ermínio)Raquel chorou quando viu a casa da comadre ser destruída (Foto: Marcos Ermínio)

Após a desocupação, a operação de despejo começou a demolir as casas construídas na área de quatro hectares invadida no Parque do Lagoa, em Campo Grande. Famílias choram ao ver as residências sendo destruídas. A reintegração de posse é cumprida na manhã de hoje com apoio do Batalhão de Choque e foi determinada pela Justiça.

A Imobiliária Correta solicitou a ordem de despejo e retirada das 33 famílias casas, conforme oficial de Justiça responsável pela notificação. Desde anteontem, elas retiram móveis e materiais que podem ser reaproveitados, como janelas, portas e telhas. 

As famílias não resistiram ao despejo e a retirada ocorre de forma pacífica.

A primeira casa a ser demolida é do auxiliar de serviços gerais e pedreiro Alex Salto Ribeiro, 35 anos, que estava na área há sete meses. Ele retirou os móveis e toda a família se emocionou com a destruição da casa, que teve investimento de R$ 5 mil.

Alex residia no imóvel com a mulher e os cinco filhos. Os três mais velhos foram encaminhados para a casa de parentes.

Os dois pequenos – de dois anos e cinco meses – continuavam com o casal, que teve a ajuda de uma comadre, Raquel de Souza Machado, para fazer a mudança. No entanto, segundo Alex, eles não tinham para onde ir.

Segundo a Justiça, 33 famílias residem no local e edificaram casas que serão demolidas na manhã de hoje. Os invasores falam em 153 famílias.

A desocupação é feita por um caminhão e uma patrola. A Enersul também ajuda na operação e enviou equipe para desligar a energia.



Que chorem, pois, está na hora dos brasileiros aprenderem a respeitar duas coisas fundamentais neste mundo: a vida e a propriedade privada.
Precisamos ensinar nossas crianças a respeitar a vida, o próximo e a não mexer no que é dos outros.
Quando chegarmos a esse patamar, estaremos dando o nosso primeiro e grande passo rumo ao desenvolvimento e à civilidade.
 
Juvenal Coelho em 22/05/2014 15:09:14
Uma vergonha para o Estado, que deveria amparar essas famílias "carentes" com moradia digna e as expulsa de suas residências. Essa invasão só acontece por que existe uma demora no sorteio de casas pela Agehab. Simplesmente lamentável!
 
Gialyson Corrêa da Silva em 22/05/2014 10:57:40
isso é lamentável , esse pessoal não estava morando neste local por opção e sim por necessidade, só que o poder publico não pode deixar que isso aconteça porque isso da espaço para outros invadirem areas publicas e também privada e fazer da nossa cidade uma grande favela , só que me indiguina quando não se faz isso com todos invasores por ex: na av manoel da costa lima tem gente que invadiu areas publicas construiram e montou bar ,borracharia e ate loja para venda de veiculos , esse pessoal não são necessitados e sim malandros e sem falar que alguns ainda sub aluga , essas pessoas tem que realmente serem removidas e ali fazerem uma area de lazer para a população local!!
 
jonas nunes dos santos em 22/05/2014 09:47:13
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